quinta-feira, 10 de março de 2011

Primeiras Impressões Kinect!

Oi pessoal, 

Sentiram saudades de mim!? Tenho certeza que sim! Nossa, e eu de vocês também!  Ficar esses dias todos afatastada do "Diário..." produziu efeitos de abstinência em mim... estou cheia de novidades para contar a vocês, meus queridos leitores.

Bom, fiz um curso ma-ra-vi-lho-so de Narratologia... aprendi muitas coisas! Até acessava a net do meu notebook nos intervalos do curso, mas não dava tempo de postar nada. Não joguei video game semana passada... só trabalhei e... estudei! 

Mas no feriadão de carnaval tirei "a barriga da miséria"... comemorei meu aniversário no último domingo de noite com uma mega produção festeira aqui em casa.. que durou até a manhã do dia seguinte. Tudo patrocinado pelo namorado! Teve muita comida, muita bebida [gente, bebemos muuuuuiiiitoooo...]... muito Heavy Metal...e games! E na minha festa... o Wii brilhou!

E adivinha qual game foi a bola da vez? Samba de Amigo! O game foi o xodó das minhas amigas e amigos pinguços que se aventuraram em dançar "Asereje, La Bamba, Livin´la vida Loca, Mambo no 5"...etc! Os "metal tr00 do além" todos bêbados... no embalo das Las-Ketchup balançando o Wii Mote/nutchuck e rebolando... foi impagável! Dançamos tanto que meus braços ficaram doloridos no dia seguinte...


"A little bit of Monica in my life..."

Eu amo Samba de Amigo. Um dos melhores party games do Wii [EVER!]  na minha opinião! E se vocês  acompanham o "Diário..." devem saber disso. Sempre quando tem festa aqui em casa Samba de Amigo se torna a grande estrela da noite! Afinal  todo mundo gosta de dançar, certo!? E os que não gostam... depois da terceira Heineken... acabam indo na onda...rsrsrs! Ninguém escapa da magia do game da SEGA!

E vocês lembram que eu disse que finalmente joguei o Kinect!? Sim, e  vou falar para vocês, meus queridíssimos leitores... as primeiras impressões  da Tia Love.is.a.tragedY  a respeito da câmera da Microsoft...

Então, um casal de  amigos compraram um bundle do Xbox360 slim/Kinect com dois games incluídos: Kinect Sports e Kinect Adventures. Sabendo que a tiazona aqui é gamemaníaca... convidaram eu e namorado para uma tarde de jogatinas em um domingo qualquer. É claro que aceitamos... e lá estávamos nós, domingo de tarde no apartamento da H..... e do S......  para  jogar Kinect!

 Let's party!

O meu primeiro " Wow!" foi logo ao perceber  que a câmera faz um scan do seu corpo para reconhecê-lo. Enquanto nossos amigos todos empolgados mostravam pra gente como funcionava o Kinect... eu observava bem atenta tudo. O lance de controlar os menus com as mãos é real e empolga de cara. Dá para se sentir o gostinho de "Minority Report" ao se navegar pela dashboard do Xbox360 tão intuitivamente.  É só levar a mão "no ar"  na aba da opção que se deseja acessar e deixá-la imóvel por uns instantes e pronto: o menu se abre e você pode ver o seu conteúdo!!!!

O Kinect registra até quatro pessoas para jogatinas.  Depois de criarmos nossos avatares [poxaaa... é muito legal o sistema do Xbox! Muitas opções... tudo super divertido! *_*] finalmente jogamos... Kinect Sports. Existe no game da Rare várias modalidades esportivas disponíveis [vôlei, tênis de mesa, atletismo, boxe, futebol e boliche...] com seus respectivos minigames. E em um balanço geral o desempenho do Kinect chega a impressionar em alguns momentos. Nem tanto em outros.



O lugar onde joguei Kinect Sports foi um apartamento. A sala de estar não era grande e tivemos de adaptar a posição da televisão e da câmera para podermos ter um resultado satisfatório durante as jogatinas. O Kinect se comportou bem a uma distância de cerca de 2, 5 metros. O tempo de resposta entre o movimento do corpo e o que aparece na tela existe, e é perceptível. E em alguns momentos atrapalha... quando se está jogando os games que mais exigem resposta imediata do gamer: vôlei e atletismo. E aliás, foram os games que mais me chamaram atenção pela variedade de situações existentes e a forma como se deve interagir com o game. Nas referidas modalidades, o Kinect "acrescenta"  à experiência de se jogar videogame com dispositivos que captam movimentos do corpo. Saltos, posição das mãos, o ato de abaixar e levantar... etc... tudo isso faz diferença quando se está jogando vôlei em Kinect Sports. A coisa é tão esfuziante que demorei para começar a engrenar no game!

O mesmo já não aconteceu realizando as provas do atletismo. Correr [sem sair do lugar...:S] e saltar, lançar discos e dardos me pareceu mais familiar  quanto ao aprendizado ...mas infelizmente  no esporte em que o Kinect entrega o seu resultado mais singular... também é nele onde se percebe com facilidade suas limitações. O tempo de latência atrapalha quando se precisa de respostas imediatas no game. Assim, você deve estar sempre pensando alguns "milésimos de segundo"  a frente do que pretende fazer quando estiver em uma corrida de obstáculos... ou em um salto a distância. Outro ponto negativo do Kinect é a sua dificuldade de reconhecer movimentos em profundidade. Muitas vezes você vai se ver movendo suas mãos para frente e o Kinect não vai responder da maneira adequada.

 
 *_*

Se por um lado o add on da Microsoft dá um passo adiante [com o seu vôlei  e atletismo] no que era até então conhecido pelos gamers fanáticos por esse tipo de tecnolgia, o mesmo estaciona no resto do pacote oferecido em Kinect Sports. Jogar boliche, tênis de mesa, boxe... produz a mais completa sensação de déjà-vu nos experientes em Wii Sports/Resort. Sem novidades, [e sem  controles.] Não há progressão de experiência nessas modalidades em Kinect Sports. Apenas a reprodução do que já foi estabelecido pela Nintendo a dois anos atrás. Ainda assim, é divertido... mas não se pode negar a sensação de comida "requentada" ao se jogar essas modalidades com o Kinect. 

Enfim, é isso. Jogamos por mais de quatro horas seguidas Kinect Sports. Foi muito interessante tanto que não experimentamos o Kinect Adventures e... e ah... não joguei o Futebol...  :p  ] etc... mas sinceramente eu esperava mais. Saímos da casa dos nossos amigos... eu e namorado... cansados, felizes. Mas não ficamos extasiados. Se o Kinect tem um grande diferencial  a oferecer, não é em Kinect Sports que se vai encontrar.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Hoje é o seu aniversário...huhuhuh!


Oi pessoal, 

Hoje é o meu aniversário. Tô ficando um pouco mais velhinha... caminhando rumo à Experiência de pessoas inteligentes [como o Gil] e sempre com os games ao meu lado. Está caindo um temporal na cidade, e enquanto o céu desaba aproveitei para dar uma passadinha na net e deixar esse recadinho no " Diário...". Estou fazendo o curso e adorando! E ah, levo meu laptop [ainda não cancelei a minha 3G da Vivo]... e derrepente dou uma passadinha na net também durante o intervalo das palestras... quem sabe ainda pinto por aqui hoje...

Bom, estou sem novidades. Não estou lendo notícias e nem jogando nada. Essa semana sou dedicação total aos estudos. Eu sei que vocês estão com saudades, mas é só essa semana. Já já a Tia Love.is.a.tragedY volta com tudo.

Enquanto isso, vão aproveitando essa música da Enya. É muito linda!

quarta-feira, 2 de março de 2011

É só por um tempinho... [CLOSED]

Oi pessoal, 

Nem deu pra passar por aqui ontem. Mas é que essa semana vai ser muito corrida... iniciei um curso sobre Narratologia  ontem e ele vai até sexta. É de noite, e saio daqui do trabalho às pressas... por isso, estou deixando esse recadinho aqui para avisar todos vocês meus queridos leitores que o "Diário de uma Gamer" vai ficar com páginas em br.....






ESSA PÁGINA FOI RASGADA


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mini Análise: Demo de Dragon Age II!

Oi pessoal, 

Tudo bom com vocês? Curtiram muito esse fim de semana? Espero que sim... porque eu curti! O meu domingo foi bem agitado, sabiam? Baixamos a demo de Dragon Age II e joguei três vezes ela para poder trazer esse post cheio de novidades a respeito da continuação da saga do Reino de Ferelden, dos Grey Warden, do Darkspawn... etc!



Querem saber o que achei da demo? Quer, Douglinhas?  Continuem lendo!

Vocês se lembram do post em que eu falava a respeito do trailer Rise to Power do game? Pois é... alí está boa parte ddo que a demo disponível na PSN oferece. A nosssa aventura [na demo] começa  justamente com um diálogo ...


PARE! SE NÃO QUER SABER DE SPOILERS, PULE ESSA INTRODUÇÃO!

entre uma certa Cassandra Pentaghast [Seeker of the Chantry] e o manolo lá do trailer [que depois de jogar a demo você descobrirá que é um anão]. Ela quer saber " tudo" a respeito ...do Campeão. Então depois de alguns momentos de conversa [tensa] ele começa a contar. Duas estórias. Duas versões. Uma verdadeira...

Com a destruição do reino de Ferelden pela Blight e a morte do Rei Cailan, as hostes do Darkspawn avançaram rumo a Lothering. Então,  Hawke e sua família resolveram fugir rumo a Free Marches [que fica ao Sul de Ferelden]. O Cenário é um deserto com corpos que contém alguns itens [como armas e itens de cura, stamina...etc] e...dezenas de Hurlocks.


A coisa fica feia em um dado momento da fuga, e o grupo encontra um casal guerreiro [Aveline Vallen e Sir Wesley... ele é um Templário... :S]... quando Hawke e sua irmã os salvam de serem esmagados pelos Hurlocks. Depois de um diálogo [onde Wesley revela que estava em uma missão da Ordem para Denerim, mas teve que mudar seus planos quando ouviu falar da queda de Ostagar]... o grupo resolve fazer uma "trégua" [afinal os Templários perseguem magos dissidentes] e todos  seguem para o Sul.

Durante a fuga [e após algumas baixas de guerra... como a morte de Bethany e posteriormente a de Wesley], um Ogre surge  do nada para tirar o sossego dos refugiados...e mesmo depois de derrotá-lo, ainda aparecem muuuuitos inimigos de todos os lados... é Hurlock que não acaba mais... a morte é certa!

E surge então um dragão vermelho malvado, que queima todos os trevosos monstros que estavam perturbando Hawke & Cia até aquele momento. E o dragão então se revela... uma bruxa! A Witch of the Wilds faz esse favorzinho aos fugitivos... em troca de ... um outro. Ela propõe o seguinte: vocês devem "levar um amuleto para Merril [ um elfo Dalish]."


Já em Free Marches, vocês vão se encontrar com o manolo anão do início da demo [Varric é o nome do dito]  e mais uma pirata muambeira [Isabela]... e vão receber ajuda deles. Em meio a combates contra soldados de Antiva... a demo acaba.
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Dragon Age II parece finalmente estar mais polido que a sua versão anterior. Gostei da Direção de Arte da demo pois fica evidente que a Bioware resolveu se preocupar um pouquinho mais com o visual do game. As cores estão mais fortes e escuras, e os "os traços" dos personagens mais detalhados. Apesar de ainda aquém do que se tem visto nos games da atual geração, a franquia deu um pequeno passo nesse aspecto. Quem se "acostumou" com os gráficos de Origins e Awakening pode achar esquisito no início... mas depois a coisa flui de um jeito que você já vai reconhecendo o game como uma legítima sequência dos games anteriores.

Quanto a sonorização, o game mantém a tradição de diálogos repletos de sotaques ora britânicos... ora latinos, que dão um toque especial de diversidade cultural ao game. E ah... músicas orquestradas bem épicas! Minha única reclamação já vem dos games anteriores da franquia... os efeitos sonoros poderiam ser mais " convincentes". Adoro personagens Mages...e as magias [que estão mais fodásticas... com sequências interessantes quando você faz  golpes fracos e fortes com o X] de Dragon Age sempre são lindinhas de se ver quando as executamos. Mas o efeito sonoro nunca corresponde à devastação que elas causam. E o mesmo vale para os ataques físicos das classes Warrior e Rogue. Você pode esquartejar... partir os seus inimigos ao meio...decepar cabeças... e os sons sempre são chinfrins. E a Bioware não melhorou isso. Pelo menos na demo.



E os controles? Ah, eles sempre foram uma complicação para quem joga as versões de consoles [não tem jeito... é jogar para se acostumar! E não gostei da sensibilidade esquisita do L3 para a escolha de diálogos...]. São muitos menus e combinações de comandos. Do mesmo jeitinho que em DA: Origins e Awakening. Mas a quick bar está lá sempre para salvar a jogatina no momentos de tensão [e se claro você curtir mais jogar tudo em tempo real ]. Todos "mimos" de estratégia dos games anteriores foram aproveitados para ser usados em Dragon Age II. Programar ataques, controlar os personagens de seu grupo individualmente...manter em posição... tudo continua do mesmo jeito que era. Duas alterações interessantes do game ficaram por conta  das simplificações na atribuição de pontos de evolução aos personagens e na eliminação da linguagem de sinais. É só selecionar o que você quer que Hawke diga, será dito "falado" mesmo.
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É isso aí pessoal. Dragon Age II me deixou muito animada e é compra certa! Tenho até oito de Março pra saber se vou fazer pré compra... pois os games que forem de pré venda virão com conteúdo "bonus". E eu não tenho idéia do que seja!

P.S. Joguei finalmente com o Kinect. Em breve um hands on. Me aguardem!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Demon's Souls: Análise

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês!? Espero que sim, pois comigo está tudo ótimo. Comecei a escrever esse texto pela manhã mas creio que lá pela noite devo terminar, pois estou realizando uma tarefa que considero das mais difíceis na vida de uma blogueira gamer: escrever uma análise. E para piorar a situação... de um game que a blogueira adorou [a].

É isso aí. Você já deve ter adivinhado [claro, está escancarado no título do post! Rsrs!]... a análise de hoje é sobre Demon's Souls. O game que mais me consumiu esse último ano, e que ainda me consumirá por um bom tempo! Terminei recentemente o maravilhoso título do studio From Software e acho que já estou "habilitada" para falar um pouco dele com certa propriedade. E vocês, meus queridíssimos leitores que acompanham fielmente o "Diário..." devem saber que ao longo dos seus mais de duzentos posts a Tia Love.is.a.tragedY distribuiu muita informação sobre Demon's Souls. Mas hoje  a coisa deve ser mais séria, pois vou falar de tudo o que gostei e odiei no game.

Enfim, querem saber o que eu penso sobre Demon's Souls?! Continuem lendo...


Mitos. Escuridão. Sombras e sangue. Ingredientes cabíveis em qualquer  enredo gótico que se preze, certo!? Sim! E quando misturardos na medida certa a um tema medieval/fantástico... o que dizer?

Bom, eu recitaria um mantra que aprendi logo que iniciei a minha primeira aventura nas terras de Boletaria.

On the first day, man was granted a soul... and with it, clarity.

On the second day, upon earth was planted an irrevocable poison...

a soul-devouring demon....

É sempre isso que me vem a cabeça ao pensar em tais referências quando se trata de um game nesses moldes. É sobre esses assuntos que trata Demon's Souls... action RPG produzido pelo studio japonês From Software em parceria com a Sony Japonesa e lançado pela Atlus e pela Nanco no Ocidente em 2009/2010.

A premissa de enredo  Demon's Souls é das mais desesperançosas possíveis para o bravo jogador que se aventurar em desafiar o game. Em tempos imemoriais as Terras do Norte foram possuídas por hordas de demonios comandadas pela entidade maligna conhecida como  "The Old One."  Assim, metade da humanidade foi devastada a ponto da Terra se transformar em um lugar praticamente inabitado. Mas os Monumentals uniram suas forças oriundas das Soul Arts e baniram o terrível ser em um sono eterno... no Nexus.


O Nexus, morada de todas almas desencarnadas que reclamam por seus corpos... também fez parte dos planos elaborados pelos Monumentals  para a  restauração das terras devastadas. Dividindo-a em archstones e presenteando suas partes aos reis poderosos da Terra... o mundo outrora destruído finalmente retornou aos seus dias de paz e prosperidade. Até que o Rei de Boletaria Allant XII, em busca de poderes sem limites e riquezas para o sua dinastia... secretamente acordou o Old One.

Em vez de bonança, a terra paulatinamente foi dominada por uma névoa sufocante que destruiu mais uma vez suas criaturas. E os reinos, outrora prósperos... mais uma vez se transformarm em morada de demônios e monstros malignos. Poderosos heróis guerreiros se aventuraram em busca de libertação para os reinos tomados pelos poderes das trevas, mas nunca retornaram aos seus lares....


Até que então um guerreiro desconhecido surge. E assim, uma nova esperança se faz existir a todos os sobreviventes da terra devastada. Mas, espere. Ganharia o mundo um novo Herói? Ou os demônios um novo escravo?

Essa é a nossa demanda em Demon's Souls. O game te confronta com cinco regiões [Boletarian Palace, Stonefang Mine, Tower of Latria, Shrine of Storms e Valley of Defilement] povoada por desafios que vão testar sua perseverança como nunca você a praticou antes. O action RPG exclusivo do PlayStation 3 é um game difícil. E que leva você a repensar o seu conceito de "atenção" ao se jogar video game. 

Sim, porque em cada canto do cenário, cada inimigo [do mais simplório até o mais assustador]... absolutamente qualquer dificuldade imposta pelos criadores do game...  pode ser fatal. Demon's Souls é um game singular nesse aspecto. Ele não facilita a sua experiência. E a sua curva de aprendizado  é alta [como a de qualquer RPG que se preze]. Assegure-se disso: você morrerá muitas e muitas vezes em qualquer fase de Demon's Souls. Mas não se preocupe.  A Morte no game faz parte de um processo natural que está atrelado ao conceito primordial de seu enredo.


Assim, em Demon's Souls "morrer" é mero detalhe de uma inteligente interação que visa ensinar o gamer  a lidar com o universo do jogo. Pois se você entender que o inovador modo online do game imprime tal conceito através dos modos cooperativos [que pode ser por vias de summonização dos jogadores que representam o espírito de guerreiros errantes que buscam reencarnar através da recompensa por ajudar os jogadores que são os guerreiros vivos em suas demandas pessoais para a libertação de todos os reinos das garras do Old One],  de combate [que por outro lado se dá quando um jogador desencarnado invade dimensões alheias em busca de combates para recuperar sua forma corpórea  e receber o prêmio que é  ganhar as almas coletadas pelo derrotado como prêmio...], ou mesmo através da possibilidade das  providenciais Bloodstains [que materializam os momentos finais  dos jogadores que falharam em suas aventuras para salvar as Terras do Norte e que são  alertas de perigos em potencial] e das Mensagens deixadas no chão [que podem ser usadas por outros jogadores com o intuito de alertar você também de perigos - e o game te incentiva a isso, pois existe um sistema de recomendação que gratifica o jogador que recomenda uma mensagem com restituição de saúde - ... mas que podem também ser usadas para enganar os incautos...] vai por fim realizar que,  a morte muitas vezes em Demon's Souls não é sinônimo de frustração... e sim de um doloroso [mas recompensador] aprendizado que visa satisfazer o gamer de um modo pouco comum à forma atual da Indústria lidar com seus consumidores. Em suma: para sobreviver em Demon's Souls você terá primeiro que morrer... muitas vezes.

 Outro detalhe soberbo que se liga intimamente com a questão de "Vida x Morte" do game é a perfeita sincronia que deve haver entre estratégia e execução. Em Demon's Souls não há espaço para nenhum tipo de erro no decorrer de suas ações pois não existem facilidades para ajustes prévios de itens, magias e atributos. Tudo deve ser resolvido antes de se enfrentar qualquer fase, e de preferência no Nexus. O game não oferece opção de "pause" e sua ação se desenrola sempre em tempo real, assim o jogador acaba se obrigando a traçar estratégias através da criteriosa escolha dos itens que fazem parte do menu rápido controlado pelo D-pad do Dual Shock 3. E a variada quantidade de armas, armaduras, escudos, ervas, anéis, itens de ataques, magias e suas inúmeras combinações... acaba proporcionando momentos de reflexão prévia a respeito de cada fase e seus perigos.  No melhor estilo dos RPGs ocidentais que se espelharam na aclamada série Diablo, Demon's Souls cobra reflexos precisos através de respostas responsáveis do gamer em seus combates de estilo hack'n'slash estratégico. Ataques fortes, fracos, defesas, esquivas, combos... são peças fundamentais no quebra-cabeça que são os combates do game e desse modo as lutas contra os chefões tomam proporções nada menos que épicas. Além de  em sua maioria gigantescos, eles são também  facilmente mortais. Quando muito três golpes podem dar cabo de qualquer guerreiro desavisado. Do mais forte ao mais fraco.


E o conceito de "morte" em Demon's Souls facilmente pode  ainda se extender ao de liberdade no game. Exato. Você é livre para explorar qualquer archstone, na ordem que quiser [e se conseguir sobreviver, claro]. O mundo é aberto no game... e isso acaba potencializando a sensação de estratégia no jogador. Cada guerreiro é livre para trilhar o seu próprio caminho, viajando desde o palácio de Boletaria [morada dos espíritos de nobres cavaleiros que falharam em suas missões contra o Old One] até pântanos sufocantes e desfiladeiros sinistros povoados por monstros e almas demoníacas.

Sendo assim, escolher o seu caminho significa traçar um destino em meio a uma avalanche de acontecimentos que a todo momento modificam os rumos do game. Em Demon´s Souls suas ações o levam à duas realidades de mundo distintas: White e Black. Cada uma com itens, NPCs, inimigos ...e acontecimentos diferentes. Ao mesmo tempo que se vive duas realidades paralelas [a " vida" e a "morte"], tal conceito interage com ambas provocando uma indvidualização na experiência  em cada gamer que joga Demon´s Souls. E cada vez que se joga novamente o game, as experiências se renovam. [on and on]  mantendo  o seu  fator replay em níveis altíssimos. Jogar Demon's Souls sob esse prisma se transforma em uma experiência sem fim e coloca o gamer numa posição de aprendiz a cada vez que o game é revisitado. E se você adicionar isso às possibilidades oriundas das características individuais que as dez classes [soldier, knight, hunter, priest, magician, wanderer, barbarian, priest, temple knight e  royalty] disponíveis no game e no modo como se evolui todas as stats... [que se dá pela compra de pontos  através de "souls"   coletadas com a morte de inimigos, chefes e black phantoms...]  perceberá facilmente que as opções no game são tantas que o levarão a se desprender de incontáveis horas para absorver tamanho conteúdo de seu gameplay.


Mas tudo tem o seu preço e com Demon's Souls essa máxima se faz presente em alguns momentos de forma marcante. O que o From Software investiu em possibilidades tratou de forma austera em certos quesitos técnicos. Os gáficos do game não chegam a impressionar em nenhum momento e sua sonorização é nada mais que discreta [se destacando apenas nas dublagens e em momentos chaves... como nas batalhas contra os chefes]. De qualquer forma, a direção de arte de Demon's Souls não chega também a impressionar, e apesar dos conceitos visuais góticos existirem em sua plenitude foram executados de uma forma moderadamente  econômica. Se você busca visuais luxuriantes em Demon's Souls é melhor passar longe. O game não vai entragar isso a ninguém.

Por fim, os atributos de Demon's Souls o fazem uma espécie de pedra angular do seu gênero. A grande surpresa  em que ele se transformou ao merecidamente se estabelecer como uma  referência da atual geração de consoles fazem do game um divisor de águas  por conta de seus atributos online e conceito apurado de aprendizado/recompensa. Para mim, é até agora a maior referência action-RPG da current gen. Que venha Diablo III. E que venha seu sucessor Dark Souls.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Primeiras impressões : Demo Killzone 3

Oi pessoal, 

Boa tarde! Tenho uma notícia para contar a vocês! Ontem... TERMINEI DEMON'S SOULS! Após quase um ano jogando, finalmente consegui fechar o game! Lindo, lindo... mítico, épico. Simplesmente maravilhoso. E olha que interessante... pensam que a ressaca gamer tomou conta de mim? Que nada! Eu sempre digo que Demon's Souls é um game pra toda a vida, certo!? E para comemorar o meu grande feito [e sim, terminar esse game pode ser considerado um ato de bravura, dada a sua dificuldade!], criei um novo personagem e já fui iniciando uma nova saga pelas Terras do Norte. Dessa vez sou um Cavaleiro do Templo... com um bom equilíbrio nas stats de força e resistência... mas pobrinho em se tratando de magias de ataque....

E olha! Dessa vez não morri no tutorial! Am I good!? Rsrsrs! Não vou contar aqui a respeito do fim do game [seria spoiler demais...e vocês não merecem isso!]. Mas posso dizer que vale MUITO a pena ter Demon's Souls na estante. Mais épico, impossível!

E eu não disse que estava fazendo o download da demo singleplayer de Killzone 3? Sim, baixamos e jogamos! Querem saber das minhas impressões sobre ela!? Me acompanhem! Continuem lendo!

 *_*

Com o lançamento de Killzone 3 no Brasil agendado para hoje [às 23:59 na Sony Style /Bourbon Shopping ..em Sampa], o game promete fazer muito barulho entre os donos do PlayStation 3. E a julgar pelo que  é apresentado na demo, vem chumbo grosso por aí.

Com muito hype em torno do primeiro título da franquia [lançado para o PlayStation2], a "menina dos olhos" do studio Guerrilla chegou tímida e não mostrando realmente a que veio em sua estréia. Apesar das  suas qualidades [como seu modo multiplayer divertidíssimo], Killzone do PlayStation 2 tinha defeitos medonhos de mira e cenários que oscilavam ora entre o "que legal!" e o "méh...". Parecia que o game estaria fadado ao fracasso comercial. Isto é, se a Sony não acreditasse no potencial do Guerrilla.

 Put your hands down!

Veio então a sequência... e  Killzone 2 impressionou a todos. Os níveis de realismo chegaram finalmente a um patamar convincente  e um feeling" agressivo foi adicionado à jogabilidade do game. Efeitos de luz estonteantes e uma direção de arte singular atraíram o grande público adorador do gênero FPS para a segunda investida da Sony no universo da franquia.  E finalmente a  batalha entre os ISA e os Helghan  se tornou acontecimento "pop" no folclore gamer.

Mas ainda haviam desafios  a ser superados.  Os produtores do Guerrilla erraram a "mão" mais uma vez, e a jogabilidade "nervosa" [advogada  em inúmeras entrevistas sobre o título] se revelou - tão logo o game foi lançado- em um disfarce para esconder o defeito mais grave de Killzone 2: sua mira horrenda. Nem patches de atualização foram suficientes para corrigir a falha. Mas apesar de tudo, o game fez sucesso... desse modo, houve um ambiente propício para uma nova sequência.

 E aí broto, quer dar uma voltinha?

E estamos já em Killzone 3. O game foi lançado nos EUA terça [dia 22]. Enquanto não jogo a versão final, vou me contentando com a demo... que já situa o gamer em um combate... no gelo. Sim, o terceiro episódio tem uma fase gelada. Fazemos parte de uma equipe ISA que foi destacada para salvar seus companheiros capturados pelos Helghans para depois destruir artilharias plantando explosivos em uma missão curta, porém insanamente intensa! O ritmo do game é o mesmo do seu antecessor: alucinante e cinematográfico.

 Mas apesar  do Guerrilla preservar tal caratcterística da franquia, pode se perceber  logo de cara  algumas mudanças de direcionamento em Killzone 3. A palheta de cores do game está mais "vibrante". A fase do gelo sugere texturas em tons mais vivos que se misturam ao cinza industrial/sci fi característico da série. Além disso, aquela sensação de "imagem borrada" familiar em Killzone 2 foi amenizada. Killzone 3 possui um visual incrível [praxis...] mas agora mais "definível". Tive também  uma excelente impressão dos efeitos de iluminação e explosões  ao jogar a demo. A coisa está tão boa que fica complicado para leigos [a.k.a n00bs...como eu!] diferenciar cenas "prontas" das que acontecem em tempo real. O Guerrilla  caprichou muito no visual do game.... *_*!

No, thanks...

 Entretanto, o que vai "dar o que falar" é a sua jogabilidade. FINALMENTE a franquia recebeu o devido trato que merecia nesse aspecto. A outrora mira "indomada" foi substituída por uma de "feeling" mais  leve e funcional. Mas se acalme meu caro fanboy! Antes que você tenha "Call of Duty feelings" pode ficar tranquilo. Killzone 3 preserva o mesmo "peso" que consagrou a franquia. Mas agora você finalmente tem o adicional de conseguir mirar nos Helghans! Demais, não é!?

Sim, e se você acrescentar aí novas formas de gameplay como combates corpo-a-corpo [você pode dar facadas nos olhos dos Helghan, quebrar o pescoço deles...etc] e controlar Jet Packs [e sem complicações...é apertar botão e sair voando...muito cool!] vai constatar que Killzone 3 é um jogão!  

Só não digo que estou doida pra comprar porque enfim, é mais um FPS saindo do forno pra engrossar a lista dos muitos já lançados nessa geração de consoles. Mas fiquemos de olho. Killzone 3 merece respeito!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

[ALELUIA IRMÃOS!] Net de 5 Megas e 3DS sem 3D!? [WTF NEWS]

Oi pessoal, 

Ontem fiquei tão eufórica... até parecia uma criancinha quando ganha o seu brinquedo preferido! Finalmente os manolos da NET instalaram toda a parafernália pra gente ter aqui em casa a tão sonhada conexão de 5 megas! Foram dois rapazes que fizeram todo o serviço. Colocaram o tal " combo" [TV a cabo, telefone e internet]. 

Amém irmãos!

Quando foram embora, começamos a fazer alguns testes. E já percebemos que a coisa melhorou... mas ainda tem os seus probleminhas. Pela  primeira vez vi em casa um download acontecer a quase 600k! Assisti muuuuitos filmes no Youtube apenas abrindo a página e sem esperar para carregar... enfim, tudo bem melhor que a porcaria da Vivo 3G que eu tenho [vou cancelá-la o mais rápido possível... só espero que isso  não se transforme em um calvário...]. 

Mas como disse antes, "nem tudo são flores' ... e a NET ainda não está oferecendo um serviço "AAA". A conexão oscila... mas nada que a desabone tão negativamente. Percebi que a velocidade deu um "boost" a partir das 23 horas... quando eu e o namorado resolvemos realizar o teste de fogo da NET...

Conectar  o PlayStation3 na PSN!

 :s

A primeira coisa que a gente tinha que saber era...como fazer isso!? Depois de analisar a situação, namorado pensou em ligar diretamente o cabo de rede do modem no PS3...

E não é que funfou? O nosso Grill reconheceu direitinho o modem e se "auto configurou"... e lá estávamos nós... na PSN! E olha, a coisa rolou muito bem. Testamos todos os modos onlines dos games que temos aqui... atualizamos TODOS os games com os seus devidos patches de correção [o que demorou mais foi os de Brütal Legend... 256 Megas...acho que durou uns 5 minutos... e olha que a PSN é reconhecidamente uma porcaria para esse tipo de serviço...]. E até o modo online de Call of Duty 4: Modern Warfare... em que sempre foi horrível para a minha ex conexão da Vivo encontrar uma sala... funcionou tudo direitinho. Em menos de 2 minutos, já estávamos atirando para todos os lados com gringos, e sem sinal de lag!

Agora sim vamos poder aproveitar muito as alegrias dos conteúdos online, bem como as  suas jogatinas. E pra começar a "festa"... já estamos fazendo o download da demo single player de Killzone3. Se não estou doida o tamanho dela é de mais de um Giga. A estimativa de tempo espera? Aparece uma hora no ecrâ do meu PlayStation3.

Cool, né!? Mas vamos deixar esse papo de banda larga de lado... fofoquem comigo agora!

Segundo o Joystiq, o projeto inicial do badalado 3DS não incluía ... o 3D! Sim, de acordo com o famoso portal gamer, Hideki Konno [produtor de hardware do portátil] revelou que em suas primeiras versões o 3DS não possuía o tão falado 3D.

 3DS -3D = S?

" Eu me envolvi com o desenvolvimento [do 3DS] em 2008, mas naquele tempo... não pensava no 3D. A Nintendo tem um histórico de experimentação com a tecnologia 3D. Com essa perspectiva, eles já haviam lançado 3D hot Rally [game 3D de corridas para o Famicom] e o Virtual Boy. Com o advento das telas 3D que  não necessitam do uso de óculos, eles acharam uma boa hora para tentar de novo."


E o mesmo é verdade para os sensores de movimentos giroscópicos. Foram adicionados um pouco antes da E3. " O barco tinha realmente partido do porto naquele instante - o time de desenvolvimento de hardware tinha as specs finais e tinha que trabalhar. Então Miyamoto disse que "não era o suficiente..." e  "que nós poderíamos mudar as coisas se  existissem os sensores de giroscópio." 

Depois de jogar com um 3DS já com os protótipos dos giroscópios inclusos Konno teve que dar o braço a torcer a Miyamoto. "Nós já tínhamos um protótipo pronto para os giroscópios, então começamos a testá-lo e a conclusão que tivemos foi que se nós pudéssmos fazer coisas divertidas com isso... bom, acho que não teríamos outra escolha."   
A BigN sempre foi uma empresa inventiva que flertou com o 3D. Interessante saber que  a indústria está sempre tentando se reinventar e muitas vezes os projetos acabam se transformando em algo completamente diferente do que antes é planejado. 

Fico imaginando o 3DS sem o 3D... aposto que seria um belo de um fail a sua apresentação na E3 do ano passado...