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sexta-feira, 29 de abril de 2011

[PSN FAIL + WELCOME STRANGER NEWS] Informação pessoal de usuários da PSN pode já estar sendo negociada por HACKERS!

Oi pessoal, 

Enquanto a PSN não volta ao "ar"... as notícias continuam pipocando a respeito do assunto. Após boatos de fraudes em cartão de crédito oriundas do ataque... agora a "bola da vez" é... a venda de informação confidencial no submundo hacker.

 Welcome stranger!
 
Segundo o Destructoid,  detetives de segurança virtual estão afirmando que hackers estão tentando negociar dados de usuários da PSN. Kevin Stevens, pesquisador senior da empresa de segurança Tred Micro colocou a "boca no trombone" sobre o caso...deixando todos  os que acompanham a "treta" de barbas de molho... apesar da Sony estar negando que isso esteja acontecendo.

 Stevens diz que a negociação escusa dos hackers envolve a venda de nomes completos dos usuários, seus endereços, datas de aniversário, telefones de contato, endereço de e-mail, senhas, números de cartão de crédito e data de validade dos mesmos. E os CÓDIGOS DE SEGURANÇA! Detalhe: a Sony advoga que não guardava isso em seus servidores.... será!?

Fuuuuu!
 SI-NIS-TRO, ein!?  E o mais bizarro é o fato de de Stevens ter recebido ataques de sonystas malucos  por causa de sua atitude de divulgar o que ele diz que sabe...

Istas...ô povinho fraco do juízo!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

[TUTORIAL] "COMO aprender sobre o destravamento do PS3 [em 7 partes] - By G******* M******

E aí, meus queridos neófitos padawans! Tudo bom com vocês?

Espero que sim, ein! Hoje tive um dia ...muuuuuito cruel no trabalho... tô super cansada, mas não posso deixar de dar uma passadinha aqui..no meu querido diário eletrônico. Até porque, estou cheia de novidades para contar a respeito das minhas jogatinas de The Legend of Zelda: Phantom Hour Glass!

*_*

Avancei muito no enredo esses dias jogando durante minha folga do almoço... se eu contar que estou já totalmente encantada com a trama de Link & Cia na busca pelo Ghost Ship vocês me dão um desconto!? Afinal, tal  informação para os leitores fiéis do "Diário de uma Gamer"  significa "CHOVER NO MOLHADO", certo!?

Então, consegui sobreviver às armadilhas do Temple of the Ocean King [pela terceira vez]. Resolvi um enigma "cabeludo" no andar B6... não é difícil... mas tem que prestar atenção nas informações contidas nas seis lápides espalhadas na sala. Elas dão as coordenadas para a resolução do mistério que é abrir a porta vermelha que leva à localização da Sun Key. Leia cada um dos textos contidos nas tábuas atentamente... eles contém uma ordem inusitada que será utilizada para  se "desenhar" na porta vermelha que leva à câmara central do Templo. É só anotar a sequência no mapa do andar...e ligar os "pontinhos"... e pronto! A porta se abre!

 @_@

E a maior surpresa... dentro da câmara, nada de Sun Key. Apenas um engaste em formato de "sol" localizado no alto de uma escadaria ao centro do salão. E mais um enigma [e esse até agora foi o enigma mais legal de se resolver do game]... ao se aproximar do símbolo solar...uma mensagem...

"PRESS THE SACRED CREST AGAINST THE SEA CHART TO TRANSFER IT"

Na tela superior, o mapa da região sudoeste do oceano representado "ao contrário"....e com uma marcação em verde. Ao me deparar com isso... fiquei sem saber o que fazer. Tentei copiar apenas a "marca" desenhando-a no mapa. Mas não deu certo. Fiquei intrigada... 

Foi quando que... por acidente, descobri a resposta para o enigma! Uma amiga de trabalho me perguntou sobre um serviço... e por acaso fechei o DS sem desligá-lo para falar com ela. Quando abri o DS para retomar a jogatina...a mágica! A "marcação" havia sido copiada... era esse o procedimento! Por isso que o mapa estava ao contrário na tela superior... pois era para ser "pressionado" contra o "nosso" na tela inferior...

 AI QUE BURRA... DÁ ZERO PRA ELA!!!!

 @_@ [2]

Confesso que "n00bei" legal nesse trecho do game. Mas é que como sou uma novata no DS, ainda não estou familiarizada com esse tipo de interatividade do portátil. E por falar nisso, tenho que falar uma coisa para vocês aqui... Phantom Hourglass... é um game cheio desses "presentinhos." Você tem que assoprar no mic  para fazer moinhos girarem... falar com pessoas ... "gritar" com inimigos para derrotá-los... sem falar das anotações que a todo momento são necessárias para avançar na estória do game. A Nintendo é demais, não é!? Sempre explorando ao máximo os recursos interativos dos seus consoles...e sempre com criatividade!

Pois é. Depois de ter "chapado" "mapa com mapa", agora a missão era usar o guindaste [que se consegue na Cannon Island ...com o tiozinho que fabrica partes de navio]... para resgatar a Sun Key! É só ir ao ponto marcado...e descer o gindaste. Pronto, no fundo do mar ...está o baú da Sun Key!

 @_@ [232463746]

E de posse do artefato... agora devemos levar Link rumo ao Temple of Courage... em Molida Island!  Para entrar no templo, mais um enigma. Mas é super fácil: coloque as estátuas viradas para o portão de entrada. Elas emitirão uma luz azul que abrirá a passagem para Link entrar...

Já dentro do Temple of Courage, desliguei o DS. Back to work!

______________________________

Tá, vamos mudar de assunto. Vocês devem saber que a Tia Love.is.a.tragedY está  acompanhando de perto a pendenga judicial entre Sony e GeoHot, certo? E dia desses, estava conversando com amigos muito inteligentes a respeito do assunto... porque tipo... eu não sei  quase nada sobre a parte técnica do que o hacker George Hotz fez para conseguir destravar o PlayStation 3. E tenho certeza que muita gente também não... 

Um amigo virtual que admiro muito...o G******* M******  ... tem o dom de saber lidar com n00bs [como a tiazona aqui...] e explicam com propriedade sobre assuntos tecnológicos de uma maneira bem acessível para que até o ser mais tapado possa compreender... ele sempre ajuda como consultor técnico [aliás, é a maior autoridade no assunto por mim conhecida...] na comunidade PlayStation 2 do Orkut ...em que participo [não] tão ativamente. Enfim, querem saber o porquê de eu estar fazendo tanta "sala" nesse parágrafo?


Eu sei que querem. Então lá vai...  é que vou transcrever abaixo uma explicação primorosa que o G** me deu para que eu pudesse finalmente entender qual foi a "treta "que o GeoHot bolou para destravar o PS3. Eu sei que o assunto já deve estar mais que batido, mas não deixa de ser interessante e importante para a nação n00b que povoa esse mundão virtual dos Deuses...

Então, se você... meu nobre padawan... leu milhares de textos pela net e não entendeu nada sobre o destravamentdo do PlayStation 3...seus problemas acabaram! G** explica! [ E não complica!] Segue abaixo o texto revelador que vai iluminar sua vida e impedir que você seja motivo de zoação nos foruns do UOL/Orkut da vida:

"C***, sobre o PS3, aquele link que o P**** havia postado logo em seguida já explica de forma bem razoável. O que o Kakaroto disse em suma, é que essa nova atualização de segurança vai dar bem mais trabalho de ser quebrada. Mas talvez ele tenha dito isso já pensando em uma valorização futura, já que quando conseguirem quebrar a barreira (e eles a VÃO QUEBRAR não tenha dúvidas) poderão dizer "... conseguimos de novo, hello Sony!".

A segurança do PS3 é baseada em combinação de hardware + software, mais software do que hardware. As proteções são dispostas em vários níveis em todos os dispositivos (HD, BD, interfaces etc. Isso é chamado Hypervision e significa que se quer quebrá-la terá de passar por todos os níveis. Você não tem acesso a um nível isoladamente, precisa de ter todos em mãos.

O PS3 ficou tanto tempo incólume a hacks porque todos estavam concentrados nesse Hypervision. Somente soluções hardware+software poderiam dar acesso ao sistema. O Exploit do GeoHotz que explorava a possibilidade de rodar um O.S alternativo ao Linux, tecnicamente poderia prover uma porta de entrada, mas limitada. Mesmo assim, a Sony decidiou fazer o que fez (tirou a possibilidade do Other OS).

O que poucos contavam é que alguém esquecesse essa coisa de Hypervision e que por meio de alguma maneira conseguisse entrar no modo Debug do PS3. Modo Debug é algo comum em todo aparelho eletrônico moderno, sua TV o tem, seu aparelho de som o tem, seu o Wii tem. É o "modo de serviço", serve para que técnicos tenham acesso a funções de ajuste do aparelho. É usado nas fábricas para os ajustes gerais e também nas oficinas autorizadas, para serviços de reparo. Alguém teve a brilhante idéia de explorar o modo debug para rodar algum aplicativo no PS3, sem ter de passar por sistemas de segurança.

Mas isso foi apenas a ponta do iceberg. As recentes descobertas envolveram o uso da "Master Key". Com a chave mestra em mãos, você pode criar software não-assinado pela Sony e rodar no PS3. Pelo fato do PS3 pensar que o software é genuíno, não importa mais o "Hypervision", pois pra ele, o software é autêntico e toda a cadeia de proteção é liberada. Então, uma vez passado por cima de toda segurança, foi possível criar uma Custom Firmware (CFW), que consiste em usar uma firmware oficial, hackeá-la e recolocá-la no PS3, no lugar da firmware original.

Note que Debug Mode e CFW são dois métodos diferentes. Um é baseado em hardware+software e outro é apenas software. Mas em ambos os casos, atualizações de software feitas pela Sony podem fechar algumas portas. E os hackers descobrem outras portas, e daí é a guerra que você está vendo. E nessas batalhas estão sendo feridas pessoas alheias a isso, praxe em toda guerra.

Por mais intrincado que seja a atualização de segurança que a Sony venha a criar, será apenas via software. Pode demorar pra ser quebrada, mas ela será. A cerne do sistema de proteção não mudará substancialmente, enquanto estivermos a falar de software apenas. Um sistema realmente eficaz virá quando novas versões de PS3 vierem ao mercado, com soluções de segurança envolvendo hardware e não apenas software. Em um video game, diferente de um PC, não dá para simplesmente modificar tudo em nome da segurança, porque é preciso manter a compatibilidade com os softwares já existentes (os jogos) e os acessórios. Isso pelo menos em teoria, não sei se a Sony pensa dessa forma."

E é isso aí, rapaziada. Se mesmo com essa "senhora aula" de "Aprenda sobre a segurança do PlayStation 3 em sete parágrafos" [por G**] você ainda não conseguiu entender bulhufas a respeito do assunto... só posso dizer pra você... se internar. Ou voltar para o MOBRAL!

Aliás, um doce para quem dizer nos comentários o que é isso. [E não vale  usar o método "Google"]!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Demon's Souls: Análise

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês!? Espero que sim, pois comigo está tudo ótimo. Comecei a escrever esse texto pela manhã mas creio que lá pela noite devo terminar, pois estou realizando uma tarefa que considero das mais difíceis na vida de uma blogueira gamer: escrever uma análise. E para piorar a situação... de um game que a blogueira adorou [a].

É isso aí. Você já deve ter adivinhado [claro, está escancarado no título do post! Rsrs!]... a análise de hoje é sobre Demon's Souls. O game que mais me consumiu esse último ano, e que ainda me consumirá por um bom tempo! Terminei recentemente o maravilhoso título do studio From Software e acho que já estou "habilitada" para falar um pouco dele com certa propriedade. E vocês, meus queridíssimos leitores que acompanham fielmente o "Diário..." devem saber que ao longo dos seus mais de duzentos posts a Tia Love.is.a.tragedY distribuiu muita informação sobre Demon's Souls. Mas hoje  a coisa deve ser mais séria, pois vou falar de tudo o que gostei e odiei no game.

Enfim, querem saber o que eu penso sobre Demon's Souls?! Continuem lendo...


Mitos. Escuridão. Sombras e sangue. Ingredientes cabíveis em qualquer  enredo gótico que se preze, certo!? Sim! E quando misturardos na medida certa a um tema medieval/fantástico... o que dizer?

Bom, eu recitaria um mantra que aprendi logo que iniciei a minha primeira aventura nas terras de Boletaria.

On the first day, man was granted a soul... and with it, clarity.

On the second day, upon earth was planted an irrevocable poison...

a soul-devouring demon....

É sempre isso que me vem a cabeça ao pensar em tais referências quando se trata de um game nesses moldes. É sobre esses assuntos que trata Demon's Souls... action RPG produzido pelo studio japonês From Software em parceria com a Sony Japonesa e lançado pela Atlus e pela Nanco no Ocidente em 2009/2010.

A premissa de enredo  Demon's Souls é das mais desesperançosas possíveis para o bravo jogador que se aventurar em desafiar o game. Em tempos imemoriais as Terras do Norte foram possuídas por hordas de demonios comandadas pela entidade maligna conhecida como  "The Old One."  Assim, metade da humanidade foi devastada a ponto da Terra se transformar em um lugar praticamente inabitado. Mas os Monumentals uniram suas forças oriundas das Soul Arts e baniram o terrível ser em um sono eterno... no Nexus.


O Nexus, morada de todas almas desencarnadas que reclamam por seus corpos... também fez parte dos planos elaborados pelos Monumentals  para a  restauração das terras devastadas. Dividindo-a em archstones e presenteando suas partes aos reis poderosos da Terra... o mundo outrora destruído finalmente retornou aos seus dias de paz e prosperidade. Até que o Rei de Boletaria Allant XII, em busca de poderes sem limites e riquezas para o sua dinastia... secretamente acordou o Old One.

Em vez de bonança, a terra paulatinamente foi dominada por uma névoa sufocante que destruiu mais uma vez suas criaturas. E os reinos, outrora prósperos... mais uma vez se transformarm em morada de demônios e monstros malignos. Poderosos heróis guerreiros se aventuraram em busca de libertação para os reinos tomados pelos poderes das trevas, mas nunca retornaram aos seus lares....


Até que então um guerreiro desconhecido surge. E assim, uma nova esperança se faz existir a todos os sobreviventes da terra devastada. Mas, espere. Ganharia o mundo um novo Herói? Ou os demônios um novo escravo?

Essa é a nossa demanda em Demon's Souls. O game te confronta com cinco regiões [Boletarian Palace, Stonefang Mine, Tower of Latria, Shrine of Storms e Valley of Defilement] povoada por desafios que vão testar sua perseverança como nunca você a praticou antes. O action RPG exclusivo do PlayStation 3 é um game difícil. E que leva você a repensar o seu conceito de "atenção" ao se jogar video game. 

Sim, porque em cada canto do cenário, cada inimigo [do mais simplório até o mais assustador]... absolutamente qualquer dificuldade imposta pelos criadores do game...  pode ser fatal. Demon's Souls é um game singular nesse aspecto. Ele não facilita a sua experiência. E a sua curva de aprendizado  é alta [como a de qualquer RPG que se preze]. Assegure-se disso: você morrerá muitas e muitas vezes em qualquer fase de Demon's Souls. Mas não se preocupe.  A Morte no game faz parte de um processo natural que está atrelado ao conceito primordial de seu enredo.


Assim, em Demon's Souls "morrer" é mero detalhe de uma inteligente interação que visa ensinar o gamer  a lidar com o universo do jogo. Pois se você entender que o inovador modo online do game imprime tal conceito através dos modos cooperativos [que pode ser por vias de summonização dos jogadores que representam o espírito de guerreiros errantes que buscam reencarnar através da recompensa por ajudar os jogadores que são os guerreiros vivos em suas demandas pessoais para a libertação de todos os reinos das garras do Old One],  de combate [que por outro lado se dá quando um jogador desencarnado invade dimensões alheias em busca de combates para recuperar sua forma corpórea  e receber o prêmio que é  ganhar as almas coletadas pelo derrotado como prêmio...], ou mesmo através da possibilidade das  providenciais Bloodstains [que materializam os momentos finais  dos jogadores que falharam em suas aventuras para salvar as Terras do Norte e que são  alertas de perigos em potencial] e das Mensagens deixadas no chão [que podem ser usadas por outros jogadores com o intuito de alertar você também de perigos - e o game te incentiva a isso, pois existe um sistema de recomendação que gratifica o jogador que recomenda uma mensagem com restituição de saúde - ... mas que podem também ser usadas para enganar os incautos...] vai por fim realizar que,  a morte muitas vezes em Demon's Souls não é sinônimo de frustração... e sim de um doloroso [mas recompensador] aprendizado que visa satisfazer o gamer de um modo pouco comum à forma atual da Indústria lidar com seus consumidores. Em suma: para sobreviver em Demon's Souls você terá primeiro que morrer... muitas vezes.

 Outro detalhe soberbo que se liga intimamente com a questão de "Vida x Morte" do game é a perfeita sincronia que deve haver entre estratégia e execução. Em Demon's Souls não há espaço para nenhum tipo de erro no decorrer de suas ações pois não existem facilidades para ajustes prévios de itens, magias e atributos. Tudo deve ser resolvido antes de se enfrentar qualquer fase, e de preferência no Nexus. O game não oferece opção de "pause" e sua ação se desenrola sempre em tempo real, assim o jogador acaba se obrigando a traçar estratégias através da criteriosa escolha dos itens que fazem parte do menu rápido controlado pelo D-pad do Dual Shock 3. E a variada quantidade de armas, armaduras, escudos, ervas, anéis, itens de ataques, magias e suas inúmeras combinações... acaba proporcionando momentos de reflexão prévia a respeito de cada fase e seus perigos.  No melhor estilo dos RPGs ocidentais que se espelharam na aclamada série Diablo, Demon's Souls cobra reflexos precisos através de respostas responsáveis do gamer em seus combates de estilo hack'n'slash estratégico. Ataques fortes, fracos, defesas, esquivas, combos... são peças fundamentais no quebra-cabeça que são os combates do game e desse modo as lutas contra os chefões tomam proporções nada menos que épicas. Além de  em sua maioria gigantescos, eles são também  facilmente mortais. Quando muito três golpes podem dar cabo de qualquer guerreiro desavisado. Do mais forte ao mais fraco.


E o conceito de "morte" em Demon's Souls facilmente pode  ainda se extender ao de liberdade no game. Exato. Você é livre para explorar qualquer archstone, na ordem que quiser [e se conseguir sobreviver, claro]. O mundo é aberto no game... e isso acaba potencializando a sensação de estratégia no jogador. Cada guerreiro é livre para trilhar o seu próprio caminho, viajando desde o palácio de Boletaria [morada dos espíritos de nobres cavaleiros que falharam em suas missões contra o Old One] até pântanos sufocantes e desfiladeiros sinistros povoados por monstros e almas demoníacas.

Sendo assim, escolher o seu caminho significa traçar um destino em meio a uma avalanche de acontecimentos que a todo momento modificam os rumos do game. Em Demon´s Souls suas ações o levam à duas realidades de mundo distintas: White e Black. Cada uma com itens, NPCs, inimigos ...e acontecimentos diferentes. Ao mesmo tempo que se vive duas realidades paralelas [a " vida" e a "morte"], tal conceito interage com ambas provocando uma indvidualização na experiência  em cada gamer que joga Demon´s Souls. E cada vez que se joga novamente o game, as experiências se renovam. [on and on]  mantendo  o seu  fator replay em níveis altíssimos. Jogar Demon's Souls sob esse prisma se transforma em uma experiência sem fim e coloca o gamer numa posição de aprendiz a cada vez que o game é revisitado. E se você adicionar isso às possibilidades oriundas das características individuais que as dez classes [soldier, knight, hunter, priest, magician, wanderer, barbarian, priest, temple knight e  royalty] disponíveis no game e no modo como se evolui todas as stats... [que se dá pela compra de pontos  através de "souls"   coletadas com a morte de inimigos, chefes e black phantoms...]  perceberá facilmente que as opções no game são tantas que o levarão a se desprender de incontáveis horas para absorver tamanho conteúdo de seu gameplay.


Mas tudo tem o seu preço e com Demon's Souls essa máxima se faz presente em alguns momentos de forma marcante. O que o From Software investiu em possibilidades tratou de forma austera em certos quesitos técnicos. Os gáficos do game não chegam a impressionar em nenhum momento e sua sonorização é nada mais que discreta [se destacando apenas nas dublagens e em momentos chaves... como nas batalhas contra os chefes]. De qualquer forma, a direção de arte de Demon's Souls não chega também a impressionar, e apesar dos conceitos visuais góticos existirem em sua plenitude foram executados de uma forma moderadamente  econômica. Se você busca visuais luxuriantes em Demon's Souls é melhor passar longe. O game não vai entragar isso a ninguém.

Por fim, os atributos de Demon's Souls o fazem uma espécie de pedra angular do seu gênero. A grande surpresa  em que ele se transformou ao merecidamente se estabelecer como uma  referência da atual geração de consoles fazem do game um divisor de águas  por conta de seus atributos online e conceito apurado de aprendizado/recompensa. Para mim, é até agora a maior referência action-RPG da current gen. Que venha Diablo III. E que venha seu sucessor Dark Souls.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Primeiras impressões : Demo Killzone 3

Oi pessoal, 

Boa tarde! Tenho uma notícia para contar a vocês! Ontem... TERMINEI DEMON'S SOULS! Após quase um ano jogando, finalmente consegui fechar o game! Lindo, lindo... mítico, épico. Simplesmente maravilhoso. E olha que interessante... pensam que a ressaca gamer tomou conta de mim? Que nada! Eu sempre digo que Demon's Souls é um game pra toda a vida, certo!? E para comemorar o meu grande feito [e sim, terminar esse game pode ser considerado um ato de bravura, dada a sua dificuldade!], criei um novo personagem e já fui iniciando uma nova saga pelas Terras do Norte. Dessa vez sou um Cavaleiro do Templo... com um bom equilíbrio nas stats de força e resistência... mas pobrinho em se tratando de magias de ataque....

E olha! Dessa vez não morri no tutorial! Am I good!? Rsrsrs! Não vou contar aqui a respeito do fim do game [seria spoiler demais...e vocês não merecem isso!]. Mas posso dizer que vale MUITO a pena ter Demon's Souls na estante. Mais épico, impossível!

E eu não disse que estava fazendo o download da demo singleplayer de Killzone 3? Sim, baixamos e jogamos! Querem saber das minhas impressões sobre ela!? Me acompanhem! Continuem lendo!

 *_*

Com o lançamento de Killzone 3 no Brasil agendado para hoje [às 23:59 na Sony Style /Bourbon Shopping ..em Sampa], o game promete fazer muito barulho entre os donos do PlayStation 3. E a julgar pelo que  é apresentado na demo, vem chumbo grosso por aí.

Com muito hype em torno do primeiro título da franquia [lançado para o PlayStation2], a "menina dos olhos" do studio Guerrilla chegou tímida e não mostrando realmente a que veio em sua estréia. Apesar das  suas qualidades [como seu modo multiplayer divertidíssimo], Killzone do PlayStation 2 tinha defeitos medonhos de mira e cenários que oscilavam ora entre o "que legal!" e o "méh...". Parecia que o game estaria fadado ao fracasso comercial. Isto é, se a Sony não acreditasse no potencial do Guerrilla.

 Put your hands down!

Veio então a sequência... e  Killzone 2 impressionou a todos. Os níveis de realismo chegaram finalmente a um patamar convincente  e um feeling" agressivo foi adicionado à jogabilidade do game. Efeitos de luz estonteantes e uma direção de arte singular atraíram o grande público adorador do gênero FPS para a segunda investida da Sony no universo da franquia.  E finalmente a  batalha entre os ISA e os Helghan  se tornou acontecimento "pop" no folclore gamer.

Mas ainda haviam desafios  a ser superados.  Os produtores do Guerrilla erraram a "mão" mais uma vez, e a jogabilidade "nervosa" [advogada  em inúmeras entrevistas sobre o título] se revelou - tão logo o game foi lançado- em um disfarce para esconder o defeito mais grave de Killzone 2: sua mira horrenda. Nem patches de atualização foram suficientes para corrigir a falha. Mas apesar de tudo, o game fez sucesso... desse modo, houve um ambiente propício para uma nova sequência.

 E aí broto, quer dar uma voltinha?

E estamos já em Killzone 3. O game foi lançado nos EUA terça [dia 22]. Enquanto não jogo a versão final, vou me contentando com a demo... que já situa o gamer em um combate... no gelo. Sim, o terceiro episódio tem uma fase gelada. Fazemos parte de uma equipe ISA que foi destacada para salvar seus companheiros capturados pelos Helghans para depois destruir artilharias plantando explosivos em uma missão curta, porém insanamente intensa! O ritmo do game é o mesmo do seu antecessor: alucinante e cinematográfico.

 Mas apesar  do Guerrilla preservar tal caratcterística da franquia, pode se perceber  logo de cara  algumas mudanças de direcionamento em Killzone 3. A palheta de cores do game está mais "vibrante". A fase do gelo sugere texturas em tons mais vivos que se misturam ao cinza industrial/sci fi característico da série. Além disso, aquela sensação de "imagem borrada" familiar em Killzone 2 foi amenizada. Killzone 3 possui um visual incrível [praxis...] mas agora mais "definível". Tive também  uma excelente impressão dos efeitos de iluminação e explosões  ao jogar a demo. A coisa está tão boa que fica complicado para leigos [a.k.a n00bs...como eu!] diferenciar cenas "prontas" das que acontecem em tempo real. O Guerrilla  caprichou muito no visual do game.... *_*!

No, thanks...

 Entretanto, o que vai "dar o que falar" é a sua jogabilidade. FINALMENTE a franquia recebeu o devido trato que merecia nesse aspecto. A outrora mira "indomada" foi substituída por uma de "feeling" mais  leve e funcional. Mas se acalme meu caro fanboy! Antes que você tenha "Call of Duty feelings" pode ficar tranquilo. Killzone 3 preserva o mesmo "peso" que consagrou a franquia. Mas agora você finalmente tem o adicional de conseguir mirar nos Helghans! Demais, não é!?

Sim, e se você acrescentar aí novas formas de gameplay como combates corpo-a-corpo [você pode dar facadas nos olhos dos Helghan, quebrar o pescoço deles...etc] e controlar Jet Packs [e sem complicações...é apertar botão e sair voando...muito cool!] vai constatar que Killzone 3 é um jogão!  

Só não digo que estou doida pra comprar porque enfim, é mais um FPS saindo do forno pra engrossar a lista dos muitos já lançados nessa geração de consoles. Mas fiquemos de olho. Killzone 3 merece respeito!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

[ALELUIA IRMÃOS!] Net de 5 Megas e 3DS sem 3D!? [WTF NEWS]

Oi pessoal, 

Ontem fiquei tão eufórica... até parecia uma criancinha quando ganha o seu brinquedo preferido! Finalmente os manolos da NET instalaram toda a parafernália pra gente ter aqui em casa a tão sonhada conexão de 5 megas! Foram dois rapazes que fizeram todo o serviço. Colocaram o tal " combo" [TV a cabo, telefone e internet]. 

Amém irmãos!

Quando foram embora, começamos a fazer alguns testes. E já percebemos que a coisa melhorou... mas ainda tem os seus probleminhas. Pela  primeira vez vi em casa um download acontecer a quase 600k! Assisti muuuuitos filmes no Youtube apenas abrindo a página e sem esperar para carregar... enfim, tudo bem melhor que a porcaria da Vivo 3G que eu tenho [vou cancelá-la o mais rápido possível... só espero que isso  não se transforme em um calvário...]. 

Mas como disse antes, "nem tudo são flores' ... e a NET ainda não está oferecendo um serviço "AAA". A conexão oscila... mas nada que a desabone tão negativamente. Percebi que a velocidade deu um "boost" a partir das 23 horas... quando eu e o namorado resolvemos realizar o teste de fogo da NET...

Conectar  o PlayStation3 na PSN!

 :s

A primeira coisa que a gente tinha que saber era...como fazer isso!? Depois de analisar a situação, namorado pensou em ligar diretamente o cabo de rede do modem no PS3...

E não é que funfou? O nosso Grill reconheceu direitinho o modem e se "auto configurou"... e lá estávamos nós... na PSN! E olha, a coisa rolou muito bem. Testamos todos os modos onlines dos games que temos aqui... atualizamos TODOS os games com os seus devidos patches de correção [o que demorou mais foi os de Brütal Legend... 256 Megas...acho que durou uns 5 minutos... e olha que a PSN é reconhecidamente uma porcaria para esse tipo de serviço...]. E até o modo online de Call of Duty 4: Modern Warfare... em que sempre foi horrível para a minha ex conexão da Vivo encontrar uma sala... funcionou tudo direitinho. Em menos de 2 minutos, já estávamos atirando para todos os lados com gringos, e sem sinal de lag!

Agora sim vamos poder aproveitar muito as alegrias dos conteúdos online, bem como as  suas jogatinas. E pra começar a "festa"... já estamos fazendo o download da demo single player de Killzone3. Se não estou doida o tamanho dela é de mais de um Giga. A estimativa de tempo espera? Aparece uma hora no ecrâ do meu PlayStation3.

Cool, né!? Mas vamos deixar esse papo de banda larga de lado... fofoquem comigo agora!

Segundo o Joystiq, o projeto inicial do badalado 3DS não incluía ... o 3D! Sim, de acordo com o famoso portal gamer, Hideki Konno [produtor de hardware do portátil] revelou que em suas primeiras versões o 3DS não possuía o tão falado 3D.

 3DS -3D = S?

" Eu me envolvi com o desenvolvimento [do 3DS] em 2008, mas naquele tempo... não pensava no 3D. A Nintendo tem um histórico de experimentação com a tecnologia 3D. Com essa perspectiva, eles já haviam lançado 3D hot Rally [game 3D de corridas para o Famicom] e o Virtual Boy. Com o advento das telas 3D que  não necessitam do uso de óculos, eles acharam uma boa hora para tentar de novo."


E o mesmo é verdade para os sensores de movimentos giroscópicos. Foram adicionados um pouco antes da E3. " O barco tinha realmente partido do porto naquele instante - o time de desenvolvimento de hardware tinha as specs finais e tinha que trabalhar. Então Miyamoto disse que "não era o suficiente..." e  "que nós poderíamos mudar as coisas se  existissem os sensores de giroscópio." 

Depois de jogar com um 3DS já com os protótipos dos giroscópios inclusos Konno teve que dar o braço a torcer a Miyamoto. "Nós já tínhamos um protótipo pronto para os giroscópios, então começamos a testá-lo e a conclusão que tivemos foi que se nós pudéssmos fazer coisas divertidas com isso... bom, acho que não teríamos outra escolha."   
A BigN sempre foi uma empresa inventiva que flertou com o 3D. Interessante saber que  a indústria está sempre tentando se reinventar e muitas vezes os projetos acabam se transformando em algo completamente diferente do que antes é planejado. 

Fico imaginando o 3DS sem o 3D... aposto que seria um belo de um fail a sua apresentação na E3 do ano passado...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Lançamento de Killzone 3 no BR!

Oi pessoal,

Já estou em casa de sentinela esperando uma equipe da NET chegar para instalar a nossa novíssima conexão de 5 Megas! Finalmente vamos ter uma internet decente! Mal posso esperar pra poder assistir vídeos à vontade no Youtube, fazer download de muito conteúdo interessante e claro, jogar video game online tranquilamente! Pode parecer algo bobo pra quem já usufrui de banda larga em casa... mas pra mim... que não sei o que é isso tem mais de seis anos... vai ser um grande acontecimento! Estou super ansiosa...

E enquanto os benditos técnicos não chegam, estou aqui passeando pela net. E encontrei umas coisas interessantes pra "comentar" [fofocar!? :D] com vocês... vejam só!

Todo mundo sabe que a Sony está  "colocando as asinhas de fora" aqui no Brasil ... finalmente começando a investir em nosso mercado de forma digna.  E é chover no molhado falar aqui que Killzone 3 terá dublagem em PT - BR, certo!? Sim, o game já foi lançado nos EUA hoje... mas a estréia tupiniquim também não está longe não! Killzone 3 aportará oficialmente no Brasil sexta feira próxima... dia 25. Quero dizer, quinta-feira...

Bom, na verdade... o evento de lançamento do game começará às 23: 59 da quinta-feira na loja Sony Style  do Bourbon Shopping Pompeia [SP]. O preço? Aquele bem camarada para nós...seres brasillis! Apenas 199 R$! Quem estiver por lá já sabe o que vai encontrar: filas, muitas máquinas fotográficas, jornalistas... etc.

Oh, wait! Mais do que isso! Segundo o Kotaku BR, a Sony prometeu também convidados ilustres. "Representantes ISA e Helghast estarão no evento para receber seus exércitos" [sic]...

E você pensa que os afobadinhos participantes do evento não vão se premiados!? Vão sim!  Quem comprar o game [claro!] no dia [ops, noite...rs!] vai ganhar um poster cool. Veja abaixo:

crédito de imagem:Kotaku BR

E os afobadinhos [x2] que fizeram a pré-compra na Sony Style e nas revendedoras autorizadas receberão um poster cool [x2]. Vejam abaixo:
créditos da imagem [2]: Kotaku BR
 
Você planeja ir? Eu não! Moro muito longe! E se estivesse em S** P****, não iria também. Que raios de horário mais tosco pra se fazer um evento desses!? Tudo bem, tem muito gamer "estudante" munido de cartão de crédito adicional do papai que pode matar aula pra  participar do lançamento de Killzone 3... mas mesmo que estivesse nessa situação, não daria as caras não! Hoje em dia prezo muito as minhas poucas horinhas de sono... 

Mas fica aqui mais uma vez o meu elogio à Sony que vem investindo no Brasil. Agora, só falta os preços do PlayStation 3, PlayStation 2...e do "recém lançado" PSP caírem... pra coisa realmente começar a melhorar. E ah, a PSN chegar oficialmente aqui!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Games para se jogar no Ostracismo II: Heavy Rain - PlayStation 3"!

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês? Aqui está tudo ótimo! A semana que passou não foi produtiva para o "Diário...". Muita correria, e pouco games. Mas esse fim de semana corri atrás do prejuízo. E as jogatinas imperaram lá em casa. E foi muito bom! O PlayStation 3 ficou ligado mais de dez horas seguidas no domingo. Terminei Heavy Rain! E nada melhor que sair do marasmo que foi a semana passada aqui para continuar a coluna "Games para se jogar no ostracismo" com um review bem legal sobre... Heavy Rain!




Tá, eu sei que vocês estão loucos para saber o que eu achei do game. Então, vamos lá!? Me acompanhem e no caminho conto tudo sobre ... Heavy Rain.



Quando David Cage [produtor executivo do studio europeu Quantic Dream] declarou que Heavy Rain  "abriria as portas da inovação  em uma abordagem mais madura através  de novas formas de interatividade"  tanto  a indústria quanto o público gamer se dividiram em dois  grupos: os entusiastas e os detratores da pretensa nova proposta contida no game. Se por um lado os produtores de Heavy Rain destilavam seguidos argumentos na imprensa sobre seus conceitos particulares do que seria a nova fronteira do entretenimento nos consoles "current gen" [ o tão falado "drama interativo"] para assim auto proclamar o game como tal marco, analistas e gamers ora recebiam essas notícias  com desdém, ora revertendo-as em motivo de piada.

Sim, as pretensões do diretor executivo David Cage foram tão ostensivamente marteladas por ele mesmo no "prego" da imprensa gamer que a dado ponto - pouco antes do lançamento de Heavy Rain - o "hype" criado em torno do título já havia sido elevado a proporções colossais. Todos esperavam um game que envolvesse os sentimentos do "gamer" de forma profunda aliando-se a isso o pleno controle do destino de todos os acontecimentos de seu enredo. E claro, um realismo visual sem precedentes.



Enfim, teria Heavy Rain logrado êxito sobre as declarações de seus produtores? Ou as mesmas seriam apenas bravatas ordinárias  comumente proferidas por qualquer criador que de praxe gaba seu produto através da mais simples lisonja? Após quase um ano do lançamento do game, já temos a resposta.

Heavy Rain faz parte da estirpe dos "filmes interativos" que surgiram primordialmente nos PCs a pelo menos pouco mais de duas década atrás e suas origens são tão antigas que jamais poderiam ser concebidas como inovadoras pelos seus criadores. Entretanto, não há como negar que existem novas searas que o game explora em alguns momentos. E são nesses pontos em que ele se destaca.


O impacto do enredo e o fluxo de acontecimentos desencadeados durante o  desenrolar da ação são atraentes o suficiente para causar um grande appeal aos que gostam do gênero em que Heavy Rain se situa. A estória é envolvente e os personagens são carismáticos e cada um ao seu modo desenvolve ligações emotivas com o gamer. O mistério do Assassino do Origami é construido no melhor estilo "thriller de suspense policial" que provavelmente já se tenha visto na história do games. Os [incontáveis] momentos cinemáticos são sempre bem colocados  com movimentações requintadas de câmeras e efeitos de luz que simulam reflexos e se misturam a uma trilha sonora convincente  resultando em uma naturalidade  visual quase hollywoodeana. Os modelos  dos personagens são muitas vezes estonteantes e a ambientação úmida e semi gótica se combina silenciosamente aos dramas apresentados pela narrativa potencializando o envolvimento do gamer com o enredo. Não se engane: ao iniciar Heavy Rain em seu PlayStation 3, você não vai querer parar de jogar até chegar ao seu  final.

Soma-se isso as ínumeras possibilidades modificadoras da trama.  Afinal,  decisões a todo momento devem ser tomadas pelo gamer quanto ao destino dos personagens.  Por meio de intermináveis eventos em QT, tanto as ações frenéticas [como as várias lutas corpo-a-corpo contidas no game]  quanto as mais sutis e corriqueiras [como o simples ato de lavar as mãos]  são desenvolvidas a partir dessa mecânica de gameplay. Heavy Rain também possui um sistema interessante de "pensamento" que revela seus objetivos e possibilidades a cada cena do game. Em alguns momentos existem cenários para exploração de pistas e puzzles primários que devem ser resolvidos para dar conectividade às  cenas seguintes. Essa multiplicidade de caminhos é capaz de gerar até dezoito finais diferentes para o game. Algo bem pomposo, se levarmos em conta as premissas de seus produtores.  Cada decisão marjoritária muda a cena seguinte em uma cadeia de acontecimentos que [até certa medida]  modificam o curso do roteiro.


E aí começam as limitações do game. Esses fatores modificadores são auto limitantes e o fluxo dos acontecimentos são [em grande maioria] já pré-estabelecidos. Suas liberdade é falseada por caminhos alternativos menores e que não interferem na espinha dorsal do enredo. Ainda, apesar do esforço louvável do Quantic Dream em transpor a problemática que separa a linguagem interativa dos  games e cinema, o mesmo não ainda conseguiu realizar ajustes ideais em muitos pontos de suas idéias. E seu resultado [em última instância] é o de não  conseguir cristalizar Heavy Rain como o primeiro filme interativo com  um fórmula equilibrada entre narrativa e gameplay.

E por quê? Afora o já mencionado, Heavy Rain peca miseravelmente na execução de mais  alguns de  seus artifícios.  Suas habilidades de "timing" são  falsamente colocadas à prova  em cada sequência interminável de eventos QT, pois não importa o quanto você erre... estará sempre avançando na estória. E o "game over" não existe: é apenas um vago  medo que pode brotar em sua mente ao  falhar em algum momento do desenrolar da trama.  Inevitavelmente algo mirabolante acontece durante a cena... e o game continua. Sem cortes. Outro ponto a se considerar é a própria utilidade do "sistema de pensamentos" estabelecido em Heavy Rain. Ao mesmo tempo em que ele é considerado como útil, o mesmo nada interfere como certas linhas de idéias falaciosas foram a ele creditadas. Não há como a partir de tal sistema modificar suas atitudes mas apenas colocá-las contrapostas no plano das idéias durante o game.


Além disso, prepare-se para encontrar os sistemas mais bizarros de combinações de botões de sua vida gamer. Para seu personagem caminhar você deve sempre manter pressionado o botão R2 juntamente com direcional analógico direito. E existem ações em QT que são realizadas a partir de sequências inusitadas em que se é necessário premir [e manter premido] vários botões ao mesmo tempo. Nas mais abjetas combinações possíveis jamais vistas. E se isso não é pouco, a imprecisão do SixAxis também é fator contribuinte que vai ajudar o gamer a errar bastante em corresponder às intenções propostas pela game. Mas como disse, não se preocupe. Não há "morte" em Heavy Rain. Pelo menos no sentido tradicional que a cultura gamer conhece.

 Outro problema exposto claramente em apenas algumas horas de jogatinas é a forma como o próprio fluxo narrativo é concebido dentro do game. Não há um dado background sólido  da estória, e o gamer é lançado a muitos "porquês" do que está acontecendo durante o game. Sem muitas explicações, você se vê controlando quatro personagens em acontecimentos paralelos  que aparentemente não se entrelaçam. Não há  informações prévias  mais detalhadas a respeito dos seus objetivos em determinadas cenas e desse modo o roteiro em Heavy Rain muitas vezes parece um recorte de pequenos "contos" desconexos... distantes do argumento principal do game.

Apesar de seus problemas técnicos e conceituais Heavy Rain ainda assim é uma experiência válida e que eleva  o seu gênero. Tais falhas não ofuscam a curiosidade  durante as sessões de jogatinas, e suas maiores qualidades se sobressaem quando pesadas na balança dos "prós" e "contras". Os caminhos tortuosos percorridos pelo  studio Quantic Dream em sua meta de  unir universos tão díspares como as estruturas narrativas dos games e dos filmes estão rendendo bons frutos. E Heavy Rain certamente é um deles.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Time to lunch: Aventura gamer em Resident Evil Deadly Silence

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês? Aqui está tudo ótimo! Já acabou o expediente e eu como sempre resolvi dar umas voltinhas pela net afora... e cá estou. Esses dias estou voltando a me reinterar dos assuntos gamers que rolaram no mundo... e nossa, como estou com  "feeds" acumulados! É tanta notícia que nem sei por onde começar direito! VGA, CES... já tem tanta coisa que aconteceu e que está acontecendo... o ano de 2011 parece que vai ser apetitoso pra quem curte video games... Gears of War 3, Uncharted 3 - Drake's Deception... são apenas dois games que estão com suas datas para esse  ano.

 Agora pelo almoço tirei um tempinho para jogar Resident Evil - Deadly Silence, no meu DS. Nunca terminei nenhum game "antigo" da série [shame on me!] pois sou uma fã tardia dos zumbis da Umbrella... e como era muito medrosa quando moleca, deixei passar RE1, RE2, RE3... na era do PlayStation...

Run, Forest! Run!

Hoje em dia estou correndo atrás do prejuízo. E nada melhor que ter um DS pra poder jogar o remake desse game antológico que é pilar do gênero "survival horror".  Já fazia um tempo que estava perdida naquela mansão do capeta sem saber o que fazer [apenas fugindo de zumbis e cerberus para não ser devorada! @_@]. Mas hoje... vi a luz! Estava eu  com a Jiil sem green herbs, e sem ink ribbons para salvar o game... presa em um enigma em uma sala com quadros... até que ... insight! Percebi que os quadros descreviam o ciclo da vida do ser humano. E ativei as alavancas na sequência correta... que são... "a newborn baby - an infant - a lively boy- a young man - a tired middle-aged man - a bold looking old man ..." e por fim ... "the end of life". A música do ambiente se tornou siniiiissstra, e atrás do último quadro surgiu o entalhe "star crest"!

Lindo, lindo. Muito bonito... mas, pra quê diabos serviria isso? Continuei minha peregrinação sem rumo. Perdida na mansão capetosa. Até que resolvi ir em direção do complexo de salas que fica do lado esquerdo do salão central... até me deparar com um lugar onde já havia visitado outras vezes. Uma espécie de jardim, onde há um chafariz e uma planta que não permitia a minha passagem para o outro lado do lugar. Aquela planta pesltilenta já tinha me matado outras vezes.! Até que apelando para tudo, resolvi usar um produto "chemical" dentro (ui!) de um dispositivo que estava "aberto".

E não é que deu certo???!!!

 Hallellujahhh!

Do outro lado, uma chave...a "Mansion Key!"!

Suspeito que essa chave deve abrir alguma[s] porta[s] dessa mansão cheia de mistériooooos. Mas nesse ponto tive que parar de jogar, só deu tempo de encontrar um ink ribbon e salvar na sala do baú. Já era hora de voltar ao trabalho... 


Opa! Já vou pra casa! Até mais pessoal!

P.S. Passem no Gamus! Tem coisa muito interessante sobre o hackeamento do PS3...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

PS3 no Brasil ainda em Julho [será!?]

Oi Pessoal, 

Essa é quente, ein! Segundo o meu companheiro de guerra no Gamus Alexandre Woloski, a possibilidade da  Sony trazer o PS3 para o Brasil ainda em julho desse ano (ou seja...nesse mês!) é fortíssima! Sim!

O babado surgiu na inauguração de uma loja da Sony Style no Rio Grande do Sul . Ontem, dia 30...em Porto Alegre rolou  a maior festança pelas bandas do Shopping Barra Sul por causa da nova empreitada da Sony pelas terras do povo que fala "tchê".  E durante o bafafá, o presidente da Sony no Brasil - Paulo Jaen - se saiu com essa:

“A Sony está trazendo oficialmente a marca Style desde o final do ano passado. O PlayStation 3 será lançado agora em julho. Estamos trazendo toda a linha de jogos da Sony para os consoles. Isso vai mudar a relação da Sony com a área de games no Brasil”.

“A plataforma preferida do brasileiro é o PS3, e oficializando esse mercado, teremos uma grande oportunidade de nos aproximar dos gamers, que estarão cada vez mais relacionados com a marca, seja para comprar uma TV 3D, seja para adquirir um Vaio. Em geral, é um público antenado, a opinião de um reflete para os demais”.

Bom, agora vamos esperar! Será que a coisa vaai finalmente rolaaaar!?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Novos modelos de PS3 a caminho?! O_o

Oi pessoal, 
 
Essa é quente. Segundo o Engadget, a Sony poderá está prestes a lançar novos modelos de PS3.  O site foi fuçar  o FCC e encontrou o registro de novos modelos do console da Sony: o CECH - 2501A e o CECH - 2501B. Ambos foram certificados com Wifi 802.11b/g  e Bluetooth 2.0+EDR, se diferenciando dos modelos anteriores apenas nas configurações do HD. 

Ainda, é interessante frisar dois modelos debug ( DECH- 2500A e DECH - S2500A). E uma nova versão debug só é lançada para as softhouses quando mudanças no chip da placa-mãe ocorrem. 

Então, sentem...lá vem história pra ser revelada na E3!!!

terça-feira, 1 de junho de 2010

[HYPER DETECTED] KillZone 3 levará o PS3 ao seu máximo....¬¬

Oi pessoal, 
 
Mal foi anunciada a produção de KillZone 3 e o game já está causando rebuliço. Claro que parte disso é devido o fato de o game está confirmado que oferecerá a opção de ser jogado em 3D.  Mas de acordo com o Dean Takahashi  do site VentureBeat o game está apresentando visuais estonteantes que levam o PS3 ao seu limite.
 
Em uma conferência recentemente realizada para a imprensa, a Sony apresentou uma demo do game e enquanto o aspecto 3D do game ainda está em uma fase primária de desenvolvimento [segundo Takahashi] o mesmo não pode ser dito do resto. Questionado a respeito disso, Hermen Hulst [diretor da Guerrilla] disse: Eu acho que estamos o máximo possível do clock do PS3. Não acho que possamos fazer mais que isso. Eu disse a mesma coisa de KillZone 2, e eu estava errado. KillZone 3 é mais ambicioso que o 2. Nós estamos [trabalhando] sobre pressão, mas nós trabalhamos bem assim".

Via Insdustrygamers

Bom, pelas fotos que estão por aí e o video que vazou na net, parece que hulst não está exagerando. Agora, cá entre nós... toda vez é isso: estão produzindo um game AAA e os produtores dizem o mesmo blábláblá..."estamos usando o liimite do PS3, Xbox360...Wii...etc...." para depois voltarem atrás e declararem que na verdade usaram apenas uma parte de processemamento ... eu nem esquento. Esqueço essa %$@#@(* de hype e quando o game é lançado vou lá e curto! Acho que é assim que tem que ser...

terça-feira, 2 de março de 2010

O APOCALIPS3 - TÁ TUDO BEM AGORA!

Gente, 

Só sei que foi assim: ontem eu cheguei em casa e fui cuidar das minhas obrigações de "Isaura". Em seguida, fiquei um pouquinho  enchendo a paciência de uns amigos na net. Foi quando me lembrei do meu PS3... ele estaria bugado também? Não resisti: liguei o dito cujo e percebi que a data...estava ... correta!


03/01/10. 


Claro, fui no Twitter da SonyPlaystation ver se havia alguma novidade sobre o Bug do Milênio (!?). A mesagem era a seguinte:


"PlayStation Network Service Restored http://bit.ly/cwNKBF
26 minutes ago "


Cliquei no link em destaque. Fui direcionada ao Blog oficial Playstation. Lá a Sony dizia que o relógio interno dos PS3 havia realmente reconhecido o ano de 2010 como um "leap year," e que após a passagem no calendário do dia "29" de fevereiro para primeiro de março o sistema se normalizou. Ainda, no blog é dito que se o XMB de algum PS3 estiver com a hora errada, é só arrumar manualmente ou na PSN...

Depois disso fui jogar Dante's Inferno e continuar o download da demo de God of War 3... que aliás, terminei de baixar e finalmente vou poder jogar hoje!
A Sony não divulgou os procedimentos que ela realizou pra arrumar esse bug. Ninguém sabe se o PS3 é tão f!)#(#@(**$#$ a ponto de ele mesmo se "ajeitar" ou se ela pediu a juda do Entei. 


Como disse antes, eu só sei que foi assim...

Atualização:

Segundo o Kotaku, não foi o Entei. O próprio PS3 se "auto consertou" às 3:30 TSP sem precisar de atualização. Nessa, o Entei ficou de fora...

segunda-feira, 1 de março de 2010

PROBLEMAS NA PSN? NEM A SONY EXPLICA!

Olá pessoal, 

Ontem de noite, enquanto me dividia entre jogar PS3 e dar uma espiadinha no Orkut, o Pedro me perguntou de supetão como estava a data do meu PS3. Naquele momento eu não entendi nada, e como estava jogando que nem uma doida FallOut3, nem dei muita bola. Depois da jogatina, pensei em ligar o PS3 na PSN e continuar baixando a demo de God of War III, mas estranhamente fui tomada por um sono tão... tão grande, que só deu tempo de desligar o video game e a tv e ir dormir. E engraçado, ainda era cedo. Não era nem meia noite. Eu durmo todo dia uma hora da manhã...

Ora, hoje acesso a net aqui no trabalho e descubro que a PSN está enfrentando um bug dos diabos. Usuários perderam seus registros de troféus, saves, e permissões do sistema para acesso a conteúdo digital baixado nos servidores da PSN. Tudo isso por conta de um certo erro "8001050F" que muda a data do sistema para 31/12/1999. Ah, e também esse erro acaba não permitindo que você jogue alguns de seus games, tá!? 

Chocada, fui atrás de informação na home da Sony. Está lá: ela admite o problema e diz que os modelos slims não são afetados e que seus engenheiros já estão trabalhando no caso. Por fim,  agradece nossa paciência e pede desculpas pelo "incoveniente".

Bom, eu não teho dúvidas que  o meu sono avassalador e repentino foi uma "ajuda"  dos Ancestrais para que eu não passasse pelo dissabor de enfrentar também esse bug. Acredito muito nisso. No Twitter da SonyPlaystation, está rolando notícias sobre o caso. Até o momento, o último "twitt" diz que "os usuários da PSN confirmam que os modelos slim 120/250G estão conectando normalmente". Detalhe: a postagem é de 9 horas atrás.

Como estou doida pra terminar de baixar a demo do GoW III, quero dizer que fiquei muito frustrada com essa história...

No mais, é aguardar. E por enquanto, quem tem PS3 fat... fique longe da PSN.

Atualização I:

Passeando pelo "Todo Poderoso" Kotaku, descobri algumas coisinhas. No NeoGaf é dito que talvez o problema seja relacionado a um bug no calendário de modelos mais antigos do PS3 e não da PSN. Trocando em miúdos: talvez até se o console não for ligado na net, pode dar a zica também! Mas vai saber, né!?  A Sony não falou nada oficialmente sobre essa possibilidade. Por enquanto, ela fala de "problemas na PSN"...

E o pior: o conceituado portal Develop disse que o bug infernoso está afetando também games que ainda estão sendo produzidos para o PS3! Os consoles debug (usados na confecção dos games...)  entraram numa de dar um reboot sem fim, devido o tal erro. 
 
TENSO! 
Atualização II:

 E no blog oficial do Playstation3 temos mais novidades. Agora é oficial: o problema está relacionado com o relógio interno dos modelos fat.  Esperam que em 24 horas  possam resolver o problema, e aconselharam a todos os que possuem os PS3 fat que não liguem seus consoles hoje... continuam pedindo desculpas pelo incoveniente...grrrr....

TENSOOOOOOOOO!!!


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Bioware explica sobre o "enigma do código" de Mass Efect 2

 Oi pessoal,  deu no Kotaku que....

 Após especulações  sobre o significado das linhas de comando presentes no código fonte de Mass Efect 2 que fazem referências ao PS3, a Bioware se pronunciou oficialmente a respeito do assunto. O game não sairá para o console da Sony. Na verdade a engine Unreal, que é a usada pela softhouse, é compatível também com o PS3. 

Então, sonystas... esqueçam ME 2 no PS3. Comprem um Xbox360. Mwahahuahauhau!