terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

[Momento Ervas do Gil] Ressaca gamer: você já teve?

Oi pessoal, 

Já estou em casa... e nossa! Como o dia foi cheio de coisas pra se fazer no trabalho! Só agora que consegui um tempinho para passear na net e dar uma olhadinha aqui... no meu querido "Diário...". Depois é provável que eu jogue alguma coisa... mas estou tão cansada! E ainda tenho coisas "do lar" para fazer antes de sossegar. Ainda estou de ressaca "pós Heavy Rain"... 


Já sentiram isso? Tipo, aquele game que você tanto está curtindo, envolvido com o enredo... passando horas a fio tentando passar daquela fase cabeluda... aí você chega no "último chefão"...e vence! E por fim, assiste extasiado o seu final. Surgem os créditos... e   aquela sensação que triunfo que antes havia se apossado de você se transforma em ... um vazio!!!

@_@

Então você começa a se lamentar. "Poxa, acabou.... E agora?" É como se algo fosse arrancado do seu peito, né!? E depois de um tempo, tudo o que sobra é a sensação de ... ressaca. Quando nos envolvemos emocionalmente de maneira tão estreita com os games, frequentemente isso acontece.Talvez seja possível comparar essa questão com aquela sua viagem de férias super planejada e desejada... que termina amargamente ao se chegar em casa.  Você viu tantas coisas novas, tantos lugares, conheceu pessoas interessante, provou comidas diferentes,  novas culturas e maneiras de interagir com as pessoas.... enfim, você amou demais tudo de novo que conheceu. Mas acabou... tristemente acabou. E eu poderia fazer  uma grande lista aqui se fosse citar todos os games em que após terminá-los... me fizeram  sentir assim.

T_T

Terminar Heavy Rain me colocou novamente nesse dilema. Terminar Shadow of The Colossus também. Terminar qualquer Zelda  também.  Mas sei que depois de um tempo... esse sentimento ruim passa, e é substituído por um  carinho especial pelo game. E aí é que está a beleza da coisa: "colecionamos" esses sentimentos especiais, e cada game que nos marca positivamente se transforma em uma linda lembrança de algo que gostaríamos que nunca terminasse. E assim como guardamos  fotos dos lugares especiais que visitamos  durante as férias, a lembrança dos momentos que "passamos" com aqueles personagens  por nós tão queridos também é vivida. Assim construímos nossas preferências "gamer". Assim nos tornamos aficcionados pelos games.

Enfim, estou vivendo essa fase. Mas vou superar [sempre supero]. Heavy Rain se foi.


So...What's next!?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"Games para se jogar no Ostracismo II: Heavy Rain - PlayStation 3"!

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês? Aqui está tudo ótimo! A semana que passou não foi produtiva para o "Diário...". Muita correria, e pouco games. Mas esse fim de semana corri atrás do prejuízo. E as jogatinas imperaram lá em casa. E foi muito bom! O PlayStation 3 ficou ligado mais de dez horas seguidas no domingo. Terminei Heavy Rain! E nada melhor que sair do marasmo que foi a semana passada aqui para continuar a coluna "Games para se jogar no ostracismo" com um review bem legal sobre... Heavy Rain!




Tá, eu sei que vocês estão loucos para saber o que eu achei do game. Então, vamos lá!? Me acompanhem e no caminho conto tudo sobre ... Heavy Rain.



Quando David Cage [produtor executivo do studio europeu Quantic Dream] declarou que Heavy Rain  "abriria as portas da inovação  em uma abordagem mais madura através  de novas formas de interatividade"  tanto  a indústria quanto o público gamer se dividiram em dois  grupos: os entusiastas e os detratores da pretensa nova proposta contida no game. Se por um lado os produtores de Heavy Rain destilavam seguidos argumentos na imprensa sobre seus conceitos particulares do que seria a nova fronteira do entretenimento nos consoles "current gen" [ o tão falado "drama interativo"] para assim auto proclamar o game como tal marco, analistas e gamers ora recebiam essas notícias  com desdém, ora revertendo-as em motivo de piada.

Sim, as pretensões do diretor executivo David Cage foram tão ostensivamente marteladas por ele mesmo no "prego" da imprensa gamer que a dado ponto - pouco antes do lançamento de Heavy Rain - o "hype" criado em torno do título já havia sido elevado a proporções colossais. Todos esperavam um game que envolvesse os sentimentos do "gamer" de forma profunda aliando-se a isso o pleno controle do destino de todos os acontecimentos de seu enredo. E claro, um realismo visual sem precedentes.



Enfim, teria Heavy Rain logrado êxito sobre as declarações de seus produtores? Ou as mesmas seriam apenas bravatas ordinárias  comumente proferidas por qualquer criador que de praxe gaba seu produto através da mais simples lisonja? Após quase um ano do lançamento do game, já temos a resposta.

Heavy Rain faz parte da estirpe dos "filmes interativos" que surgiram primordialmente nos PCs a pelo menos pouco mais de duas década atrás e suas origens são tão antigas que jamais poderiam ser concebidas como inovadoras pelos seus criadores. Entretanto, não há como negar que existem novas searas que o game explora em alguns momentos. E são nesses pontos em que ele se destaca.


O impacto do enredo e o fluxo de acontecimentos desencadeados durante o  desenrolar da ação são atraentes o suficiente para causar um grande appeal aos que gostam do gênero em que Heavy Rain se situa. A estória é envolvente e os personagens são carismáticos e cada um ao seu modo desenvolve ligações emotivas com o gamer. O mistério do Assassino do Origami é construido no melhor estilo "thriller de suspense policial" que provavelmente já se tenha visto na história do games. Os [incontáveis] momentos cinemáticos são sempre bem colocados  com movimentações requintadas de câmeras e efeitos de luz que simulam reflexos e se misturam a uma trilha sonora convincente  resultando em uma naturalidade  visual quase hollywoodeana. Os modelos  dos personagens são muitas vezes estonteantes e a ambientação úmida e semi gótica se combina silenciosamente aos dramas apresentados pela narrativa potencializando o envolvimento do gamer com o enredo. Não se engane: ao iniciar Heavy Rain em seu PlayStation 3, você não vai querer parar de jogar até chegar ao seu  final.

Soma-se isso as ínumeras possibilidades modificadoras da trama.  Afinal,  decisões a todo momento devem ser tomadas pelo gamer quanto ao destino dos personagens.  Por meio de intermináveis eventos em QT, tanto as ações frenéticas [como as várias lutas corpo-a-corpo contidas no game]  quanto as mais sutis e corriqueiras [como o simples ato de lavar as mãos]  são desenvolvidas a partir dessa mecânica de gameplay. Heavy Rain também possui um sistema interessante de "pensamento" que revela seus objetivos e possibilidades a cada cena do game. Em alguns momentos existem cenários para exploração de pistas e puzzles primários que devem ser resolvidos para dar conectividade às  cenas seguintes. Essa multiplicidade de caminhos é capaz de gerar até dezoito finais diferentes para o game. Algo bem pomposo, se levarmos em conta as premissas de seus produtores.  Cada decisão marjoritária muda a cena seguinte em uma cadeia de acontecimentos que [até certa medida]  modificam o curso do roteiro.


E aí começam as limitações do game. Esses fatores modificadores são auto limitantes e o fluxo dos acontecimentos são [em grande maioria] já pré-estabelecidos. Suas liberdade é falseada por caminhos alternativos menores e que não interferem na espinha dorsal do enredo. Ainda, apesar do esforço louvável do Quantic Dream em transpor a problemática que separa a linguagem interativa dos  games e cinema, o mesmo não ainda conseguiu realizar ajustes ideais em muitos pontos de suas idéias. E seu resultado [em última instância] é o de não  conseguir cristalizar Heavy Rain como o primeiro filme interativo com  um fórmula equilibrada entre narrativa e gameplay.

E por quê? Afora o já mencionado, Heavy Rain peca miseravelmente na execução de mais  alguns de  seus artifícios.  Suas habilidades de "timing" são  falsamente colocadas à prova  em cada sequência interminável de eventos QT, pois não importa o quanto você erre... estará sempre avançando na estória. E o "game over" não existe: é apenas um vago  medo que pode brotar em sua mente ao  falhar em algum momento do desenrolar da trama.  Inevitavelmente algo mirabolante acontece durante a cena... e o game continua. Sem cortes. Outro ponto a se considerar é a própria utilidade do "sistema de pensamentos" estabelecido em Heavy Rain. Ao mesmo tempo em que ele é considerado como útil, o mesmo nada interfere como certas linhas de idéias falaciosas foram a ele creditadas. Não há como a partir de tal sistema modificar suas atitudes mas apenas colocá-las contrapostas no plano das idéias durante o game.


Além disso, prepare-se para encontrar os sistemas mais bizarros de combinações de botões de sua vida gamer. Para seu personagem caminhar você deve sempre manter pressionado o botão R2 juntamente com direcional analógico direito. E existem ações em QT que são realizadas a partir de sequências inusitadas em que se é necessário premir [e manter premido] vários botões ao mesmo tempo. Nas mais abjetas combinações possíveis jamais vistas. E se isso não é pouco, a imprecisão do SixAxis também é fator contribuinte que vai ajudar o gamer a errar bastante em corresponder às intenções propostas pela game. Mas como disse, não se preocupe. Não há "morte" em Heavy Rain. Pelo menos no sentido tradicional que a cultura gamer conhece.

 Outro problema exposto claramente em apenas algumas horas de jogatinas é a forma como o próprio fluxo narrativo é concebido dentro do game. Não há um dado background sólido  da estória, e o gamer é lançado a muitos "porquês" do que está acontecendo durante o game. Sem muitas explicações, você se vê controlando quatro personagens em acontecimentos paralelos  que aparentemente não se entrelaçam. Não há  informações prévias  mais detalhadas a respeito dos seus objetivos em determinadas cenas e desse modo o roteiro em Heavy Rain muitas vezes parece um recorte de pequenos "contos" desconexos... distantes do argumento principal do game.

Apesar de seus problemas técnicos e conceituais Heavy Rain ainda assim é uma experiência válida e que eleva  o seu gênero. Tais falhas não ofuscam a curiosidade  durante as sessões de jogatinas, e suas maiores qualidades se sobressaem quando pesadas na balança dos "prós" e "contras". Os caminhos tortuosos percorridos pelo  studio Quantic Dream em sua meta de  unir universos tão díspares como as estruturas narrativas dos games e dos filmes estão rendendo bons frutos. E Heavy Rain certamente é um deles.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mini Análise: Open Beta Killzone 3!

Oi pessoal, 

Hoje o post será curto e....rapidinho! Estou cansadíssima mas já estamos fervendo aqui em casa no Heavy Rain! O mistério do "assassino do origami" está cada vez mais cabuloso e emocionante! Não vou contar absolutamente  nada do enredo pois qualquer coisa que eu disser aqui será spoiler...  e afinal Heavy Rain é tão peculiar que não existem "dicas" para tornar o game mais "fácil". Sendo o que é [um filme interativo], Heavy Rain é tipicamente um "game" pra se relaxar e curtir a narrativa! Acredito estar caminhando para a metade da estória... e estou adorando. Apesar da impressão "morna " que tive jogando a demo... Heavy Rain está realmente me surpreendendo.



E ah! Finalmente consegui jogar o open beta de Killzone 3! As minhas impressões foram as melhores possíveis.  Com algumas alterações, o modo online do novo game da Guerrila subiu um degrau  na escada que representa a maior qualidade da franquia. Se antes as classes eram liberadas conforme o progresso da jogatina, em Killzone 3 elas já estão disponíveis diretamente aos gamers que buscam identificação imediata com os diferentes estilos de combate proporcionados por elas. Elas  estão lá: Engineer, Infiltrator, Marksman, Tactician e Field Medic. Já não tão escassas em armamentos e [que de acordo com sua performance nos campos de batalha] podem ser evoluídas individualmente [ou coletivamente]  a partir de points liberados. Ainda, os modos de combate estão divididos em Guerrila Warfare [aqui o equivalente ao tradicional team deathmatch] , o Warzone [ já conhecido pelos que jogam Killzone 2, onde os times são submetidos a diferentes missões de acordo com as  jogatinas] ... e o novo modo Operations, que se assemelha em certa medida com o Warzone, mas que de maneira interessante é "narrado" com algumas animações, onde os gamers mais destemidos da partida são os escolhidos para "compor" as cenas!



Outra coisa muito legal nesse open beta de Killzone 3 é a possibildade de escolher diretamente a região que se quer fazer as jogatinas. Isso já existia de maneira mais rudimentar em Killzone 2... mas agora a quantidade de regiões é bem maior. Além disso, você pode escolher entre os vários idiomas disponíveis... o português brasileiro! Tanto a dublagem quanto as legendas, e menus! Tudo! Confesso que não sou fã de dublagens em PT [ me "acostumei" tanto a jogar os games em inglês, que o ideal para mim seria uma dublagem em inglês com legendas em PT-BR...]. Mas não deixo de elogiar a Sony por essa iniciativa. Afinal, localizar um game para um idioma específico demonstra cuidado com o seu público consumidor! Parabéns para a Sony! 



Há a inda o Botzone, que nada mais é que um multiplayer solitário [!?] comandado pela AI do game. Você seleciona o modo, a quantidade de players... etc... e joga! Bem legal de se jogar quando a sua net está ruim ou os servidores da  PSN estão vacilando em estabilidade! E se você somar tudo isso que eu falei até agora a uma jogabilidade mais "leve" [porém não descaracterizada do costumeiro "peso nervoso" da série] vai perceber que o game está um luxo! 

Aparentemente Killzone 3 não perdeu qualidade em relação ao seu antecessor, mas está dando indícios de  que certas expansões de conceito são necessárias  para se manter atraente uma franquia  aos adoradores do estilo que ela representa. O único mapa disponível [que é na neve]  "destoa" com as palhetas de cores cinza/marrom que são a marca visual da franquia mas aponta sutilmente para tais "concessões". Espero que a versão "full" do game seja apenas a confirmação dos prenúncios apresentados em sua versão beta...

Mas, não estou nem um pouco interessada em comprar Killzone 3 agora! Apesar de ser um arrasa quarteirão do PlayStation 3, a tiazona aqui já está "pôrraqui" com tantos FPS saindo atualmente. Gosto da franquia, ela tem suas qualidades... e tenho muita curiosidade sobre o que vai acontecer a respeito dos ISA e os Helghan... mas não tenho coragem de comprar [mais] um FPS. E por um preço absurdo "brasileiro". O negócio é desencanar... deixar passar o hype, e comprar uma cópia bem baratinha do game. Afinal, é um excelente exclusivo do PlayStation 3 e merece estar na estante de qualquer gamer que se preze!

E viram!? Eu disse que hoje ia escrever pouco, e acabei falando demais! Esperp que tenham gostado e até a próxima! Fui!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

JOGUEM HEAVY RAIN! JOGUEM!

Oi pessoal,

Tudo bom? Sentiram falta de mim? Espero que sim, pois estou cheia de coisas novas pra contar aqui no"Diário...".  Voltei finalmente a frequentar a PSN. Na verdade, eu e o meu namorado. Mas não jogando Call of Duty: Modern Warfare 2.  E sim Medal of Honor! Jogamos no meu ID "j******m*s*****" um bom tempo na madrugada de sábado para domingo passado. Não sei se já contei aqui pra vocês... mas conseguimos todos os troféus da campanha "single player". Já temos 67% de todas as conquistas [agora o negócio é correr atrás dos troféus do modo online...]. Mas já estou com saudades do meu Castlevania: Lords of Shadows. Estou  pensando em pegar de volta meu game. Não falei ainda pro namorado [ele gostou muito do modo online de MoH...] mas acho que devo conversar com ele sobre isso ainda hoje.

 
Eu não lembro dessa parte no game... >.<

E estamos baixando o Open Beta de Killzone 3! 820 Megas. E uma net  3G da Vivo [morta...!?]. E a PSN... que é uma "maravilha" em relação a download de conteúdo. Resultado? Baixamos um pouquinho de sábado pra domingo. Mais um pouquinho de domingo pra segunda. E finalmente hoje, devemos terminar de baixar o negócio.  As primeiras notas no Metacritic já estão definindo KillZone 3 como um excelente game de tiro, e apesar de não achar o enredo da franquia lá essa "coisa toda" de interessante... digo com toda certeza que a mesma possui um dos melhores visuais desse geração. E um dos melhores "feelings" de gameplay!  Segundo a poderosa Edge o game avançou em seus conceitos impactantes de  tensão e ação ininterrupta, e ainda deu uma guinada na variação de cenários e mecânicas de gameplay [com direito a jet packs & Cia]. Mas na verdade, estou curiosa mesmo é com o modo multiplayer que sempre foi legal desde o Killzone do PlayStation 2! E claro, co-op da campanha single player que deve ser bem divertido. Adoro co-ops! Estou aguardando algum amigo comprar Killzone 3 pra fazer um test drive aqui em casa!

E ah... por falar em emprestar games... consegui emprestar  Heavy Rain de um amigo! E olhaaaaa... estou gostando, ein!



Terminei a introdução do game, e já estou no ponto de onde elaboraram a demo que foi divulgada na PSN. Heavy Rain segue bem o estilo de Indigo Prophecy. É um filme interativo onde suas decisões imediatas interferem nos acontecimentos da narrativa. O clima que  o Quantic Dream constrói ao longo do enredo  é  convincente e vai do radiante ao sombrio em poucas horas de jogatina. Apesar das evidentes falhas [como a movimentação dos personagens... que é "dura" e bem mecanizada... além dos controles pouco convincentes...afinal,  que raios de configuração é essa de fazer os personagens se movimentarem segurando o R2!!?!??!] o game impressiona e consegue envolver o gamer.  Decidiamente Heavy Rain é um dos grandes games de 2010 e merece uma conferida. Estou bem animada! Joguem Heavy Rain! Joguem, joguem!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tutorial simples para Xbox360 com 2RL...and... Dark Souls é o nome do sucessor espiritual de Demon's Souls - muitas informações!

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês? Espero que sim, ein! Ontem nem deu pra continuar minha aventura em Dragon Age: Origins. E sabem por quê? Cheguei morta de cansada em casa! Poxa, havia dormido pouquíssimo na noite anterior... e não tinha condições de jogar nada. Antes das dez da noite de ontem já estava caindo pelas tabelas! Dormi cedo...

E acordei renovada! Já estou "elétrica" aqui no trabalho vendo algumas coisas que tenho que fazer, e aproveitando pra ir escrevendo esse post aos pouquinhos...

Apesar de estar louca para continuar minha aventura em Ferelden ajudando os Grey Wardens a derrotar o DarkSpawn... achei melhor parar com o Xbox360 [por enquanto]. Depois do tutorial simples  do meu amigo Jay, pensei bem... e não quero "evoluir"  as 2RL para uma 3RL no meu console! Vou deixar o bichinho "quieto" e levá-lo o mais rápido possível no tiozinho da assistência técnica ... da P*** G****!

Afinal, enquanto não posso jogar Dragon Age: Origins... vou me deliciando com Demon's Souls... que também é outro RPG fodástico! E já estou pra terminá-lo...

E por falar em Demon's Souls...

Esses dias o mundo finalmente soube dos primeiros detalhes oficiais da continuação do cultuado Action-RPG. A Famitsu liberou informações quentíssimas a respeito de Dark Souls. Sim, antes conhecido como "Project Dark" o novo game do studio japonês From Software agora tem um nome oficial. Segue abaixo os detalhes do game segundo o forum Neogaf:

  1. Dessa vez o studio que aumentar a exploração no game;
  2. Todos os cenários não terão pontos sem continuidade, então o que quer que você possa avistar, você pode encontrar e explorar. Se você ver uma fortaleza ou castelo longe no cenário, você poderá chegar até ela;
  3. Não existirá um display de mapa no game, apenas a marcação de onde você se encontra;
  4. O objetivo do studio é produzir um game mais desafiador que Demon's Souls, mas também recompesador. O senso de realização no game será importante;
  5. O gameplay será similar ao conceito de Demon's Souls, onde tentativa e erro e aprendizado será importante para vencer os desafios;
  6. O game não vai compartilhar o mesmo mundo e estória de Demon's Souls;
  7. O game não usará o  formato de 5 mundos conectados por um Nexus. Em vez disso todos os mapas no game estarão interligados em um mundo completamente conectado;
  8. O level design será mais complexo e existirá também mais design vertical para ser explorado;
  9. O mundo será medieval e fantástico/gótico,  e terá temas como "reis e cavaleiros, morte e as profundezas da terra, e as chamas do caos;"
  10. O processo de criação dos personagens não será feito através de classes;
  11. O estilo dos personagens e o estilo de suas ações terá mais liberdade;
  12. Haverão mais magias e itens, e a animação e a peculiaridade das armas serão também aumentadas;
  13. Os elementos online serão muito similares aos de Demon's Souls. Existirão modo cooperativo e PvP;
  14. Você poderá deixar mensagens no chão, e ver jogadores que morreram em diversos lugares;
  15. Não existirá mais a "Soul Tendency" dessa vez pois o game não terá servidores dedicados. Em vez disso, exisitirão mais opções para os jogadores engajarem num certo "mutual role playing". Os detalhes sobre isso serão revelados posteriormente;
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E a coisa não acaba aí! Já está na net também o primeiro trailer de Dark Souls, juntamente com  scans e screenshots oficiais! Vejam abaixo:

















Legal, né!? Estou muito curiosa sobre Dark Souls! Mas já fiquei triste com o fato de retirarem a "Soul Tendency". Isso dava um grande" boost" ao game no que se concerne as mudanças de eventos, itens, inimigos, NPCs de Demon's Souls! Suas ações em Demon's Souls determinam as mudanças da "Soul Tendency" [que pode ir de White até Black]... e perder isso em Dark Souls não foi uma boa idéia dos caras do From Software. Vamos ver o que será esse "mutual role playing" que estão elaborando [provavelmente para compensar a falta desse importante aspecto do game anterior]!

  Agora é aguardar!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Causos Bizarros: Aventura na Era do Dragão... e ... redução matadora de preços de games de Xbox360!

Oi pessoal, estou morrendo de sono!

O que andam aprontando? Espero que nada de sinistro, ein!? Por aqui tudo está tranquilo [tanto que já estou postando o texto de hoje... antes que apareça mais trabalho na minha mesa... ou no monitor do meu PC] e vou aproveitar pra contar uma...

Ontem passeando pelo Orkut aqui no trabalho, descobri o site Xbox Experts... é um portal que tem muita informação sobre o adorado console da Microsoft! Bom, vocês devem saber que eu tenho um Xbox360 com 2RL... [sim, ainda nem voltei lá no técnico...shame on me!] e achei por lá um "tutorial" que te "diz" possíveis soluções para problemas a partir das informações que você acrescenta a ele [como a quantidade de luzes vermelhas que aparecem no painel do console ... e o código de erro secundário]. Então, fiquei curiosa... pensando se "derrepente poderia encontrar uma solução simples" para o problema do meu  Xbox. Mas só poderia saber  disso ao certo quando chegasse em casa....

Chegamos em casa um pouco tarde [cerca de nove e meia da noite] e dei um jeito de fazer algumas coisas da casa rapidinho para depois ligar meu Xbox360 e acessar o site. Enfim, liguei-ô-Ô... e inseri um game [Dragon Age: Origins] só pra matar o tempo enquanto as malditas duas luzes vermelhas não apareciam...

*_*

Esperei...
Esperei....



Esperei....


...[1]


....[2]
...........[3]

.....................[4]


....................[1238347348247346374638328392839]!!


Joguei das dez e meia da noite até as QUATRO da manhã! Nossa, como eu amo Dragon Age! Retomei a demanda da minha personagem [uma Mage -que eu batizei de  Gendraë] ... tudo de novo ... [afinal, não lembrava mais nada desde a última vez que joguei...então tive que criar um novo game]... Passei pelo "Fade" [ que é uma dimensão habitada por demônios  e que deve ser vasculhada para que os Mages provem seu valor derrotando o Demônio do lugar... esse é o desafio "Harrowing"],  fiz amizade com o Mouse [um espírito que ficou aprisionado no lugar e oferece ajuda...] , consegui um cajado [o "Estatuto do Valor"] como arma [derrotando o fantasma de um cavaleiro - '"Espírito de Valor"], resolvi os três enigmas do Sloth Demon [ bem interessante essa parte]... e assim alterei a forma do Mouse [que se transformou em um Urso(!?)] e finalmente enfrentei o Demônio do lugar [The Spirit of Rage]... e ah! Tem uma surpresinha depois disso... que tem relação com o nosso amigo Mouse... [mas não vou contar porque é bem "spoiler"]

E assim fui promovida a uma  "Maga" de boa fé! Mais poderosa e mais respeitada. Logo depois disso, retornei para a Torre do Mago. Aqui começa a exploração do game, pois você pode visitar vários aposentos do local, conversar com as pessoas, recolher muitos itens [inúmeros codex...e eu adoro essas informações em forma de texto ... leio tudo e fico viajando na maionese com o enredo do game!]... nesse ponto a nossa quest é encontrar o First Echanter Irwing [é bem fácil de achá-lo... é só olhar no mapa a sua localização... :p]. Ao chegar lá, você vai perceber que ele está em reunião com Duncan [um Grey Warden... ]. Vai rolar o maior "papo cabeça" [e sim, se prepare pra MUITAS conversas desse tipo... afinal, é uma game da BioWare!]. Irwing vai dar a você alguns itens importantes [o Magic Staff, Mage Robes, e Ring].



Depois disso, a próxima quest é levar Duncan ao seus aposentos [mas você pode bater um bom papo com ele antes... e se perguntar sobre o Darkspawn... vai ganhar mais um codex!] . Então, minha Mage se encontrou com um amigo [Jowan] que disse que queria me contar um segredo...  e no meio da conversa ele me apresenta sua amante Lily [!!!?!??!?!] - e diz que quer escapar da Torre do Mago, pois seus superiores querem transformá-lo em um "Tranquil" [quando um mago faz uso de blood magic se torna ameaçador à Ordem... ele  é indicado a sofrer o Ritual of Tranquility. Esse ritual destrói a possibilidade do Mage se conectar ao Fade  - e por consequência se comunicar com os demônios...e como efeito colateral disso... o indivíduo perde a capacidade de ter emoção ou mesmo sonhar!]

Após mais um papo cabeça [onde se pode até confessar sentimentos sexuais por Jowan... ] resolvi ajudá-lo. Jowan pede para arrombar o porão e destruir o seu "filactério" [uma espécie de recipiente que contém a essência mágica do indivíduo, e que é usado pelos Templários da Ordem para manipular os indivíduos dissidentes]... 

Parei o game nesse ponto, afinal já eram mais de quatro horas da madrugada! E o Xbox360 lá, incólume e empávido... nada de 2RL! É de dar até medo...

Enfim, estou adorando Dragon Age: Origins. O game é tudo sempre sonhei em um RPG! Épico, fantasioso, extremamente complexo... com toneladas de informação pra se absorver! Já percebi alguns dos seus defeitos, mas não é nada que o desabone como um dos grandes RPGs dessa geração. É um game pra vida toda! Não vejo a hora de chegar em casa hoje pra depois me acabar no game. Quero dizer, se o meu Xbox360 deixar, né!?

Mas mudando de assunto...

Segundo o portal PC World a Microsoft anunciou que a partir de hoje,  reduzirá substancialmente o preço de alguns games lançados oficialmente aqui no Brasil.  Os títulos são Halo 3 [que custa agora 99R$],  Gears of War [69 R$] e Gears of War 2 [79 R$]. Os games podem ser adquiridos por esses módicos preços em revendedores oficiais da empresa de Bill Gates.

E ah! Ainda segundo a sua assessoria de imprensa, esses mesmos games poderão ser comprados em forma de conteúdo digital por download na rede Live com os preços reduzidos.

 Já tenho os dois  "Gears..." [lindos! *_*], mas Halo 3 a esse precinho camarada... hum, a coisa ficou bem tentadora. Só lembrando do detalhe: a versão oficial lançada aqui é totalmente dublada em português. Não curto dublagem em games [sinceramente sou meio chata quanto a isso, e prefiro no caso uma dublagem em inglês com legendas em português...],  mas esse tipo de iniciativa da Microsoft mostra o quanto ela tem se importado com o nosso mercado tupiniquim. Já estou pensando em adquirir meu Halo 3.

Isto é, se o meu Xbox deixar [2]!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Pesquisa afirma: "Meninas jogam mais videogames com os pais"

Oi pessoal,

Tudo bom com vocês? Espero que sim, ein! Não sei se comentei com vocês, mas já possuimos 72%  em nossa força tarefa pela caça aos troféus de God of War III! Ontem finalmente conseguimos vencer o último desafio que faltava no "Challenge of Olimpus:" destruir todos os cestos em menos de vinte segundos!


Ohhhh!

 E foi fróids! Depois de umas 58457374362362832837281209192129128172362736 tentativas, finalmente quebramos tudo na arena do Olimpo, liberando mais um troféuzinho do game [Up to the Challenge]! Agora, faltam poucos troféus. Maaas... já decidimos dar uma paradinha por enquanto. E vou explicar o motivo: a próxima vez que for jogar GoW III será no "easy". Mas isso é porque penso em realizar uma maratona da franquia... jogando na sequência GoW I, II [do Collection do PS3 que tennho mas está ainda guardadinho!]  e III. E jogando no nível mais fácil vai ser possível não me preocupar em me esforçar muito para progredir no game e fazer o que será meu objetivo com isso: curtir mais o enredo da série de uma forma plena e "bem amarrada"!

E é uma pena que eu não tenha [ainda]  um PSP pra poder jogar os games [God of War: Chain of Olimpus e Ghost of Sparta respectivamente] que complementam a saga do Kratos. Mas ainda vou ter um! Março está chegando!

Agora, vamos mudar de papo... vejam que interessante!

Segundo o GamePolitics, um estudo da Brigham Young University sobre meninas e video games diz que nós tendemos  a jogar mais com nossos pais e isso nos faz ter  uma conexão mais profunda com a família, além de saúde mental e um melhor comportamento em geral.

Sarah Coyne [líder da pesquisa] diz que o mais curioso resultado do estudo é que "as meninas não jogam sozinhas tanto video game quanto os meninos... mas passam tempo  jogando com os pais."

 O estudo foi realizado em 287 famílias utilizando games para a idade apropriada dos pesquisados. As meninas preferiram jogar games como Mario Kart, Mario Bros, Wii Sports, Rock Band e Guitar Hero. Call of Duty, Wii Sports e Halo foram os games preferidos dos meninos.

Quando analisados os resultados, os pesquisadores não constataram nenhum benefício em relação aos meninos jogarem com os pais. A razão para isso [segundo os pesquisadores] é que os meninos [diferente das meninas] passariam mais tempo jogando video games  com os amigos.
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Será?! Olha, eu sempre fui muito fã de todas as franquias da Nintendo, e realmente games como Mario Bros. Mario Kart... estão no meu "top 10 Immortal". E quando era criança, e até adolescente.. jogava com meu pai, com meus primos, com meus tios. Mas também joguei muito video game sozinha! Principalmente RPGs! E nunca fiz distinção [e nem meus pais]  de games do tipo ... "esse é pra meninas... então serve"... ou "esse é pra meninos, não serve". Na minha mente, sempre games foram... apenas games!

Tá, eu sempre tive problemas com FPS [só fui conseguir jogar decentemente o estilo a partir da geração passada...], não sou fã de fighting games [mal sei jogar Street Fighter... S:], games de esporte e corrida eu curto "mais ou menos" [e futebol eu detesto... pelo amordequalquercoisa...isso nããããooooo!]. Mas fora esses "detalhezinhos" o resto está valendo pra mim!

Agora é engraçado [e às vezes triste...] perceber que o mundo gamer é bem machista [e "masculinista"...:p]. É só ser menina e passear pelos foruns da vida pra sentir na pele isso. Quando não sou acusada de fake, sou "machuda", "sapata"... etc. A verdade é que meninas curtem video game muito mais do que os meninos imaginam, e quando elas curtem... não são muito diferentes deles. Afora as preferências por estilos... é claro, somos muito mais espertas e melhores do que os homens! ASHuashauhsAushAuh!