sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

PS3 é o melhor console de 2009 segundo o Metacritic!

Deu no Kotaku,




O  Metacritc elaborou uma lista dos melhores consoles e games de 2009. O Playstation3 foi o ganhador no primeiro Game Platform Power Ranking anual do portal agregador de médias em games da  net.


O GPPR não leva em consideração apenas a média geral de scores nos reviews dos games, ele ainda avalia o número de games que chegaram a um score nota 90 ou superior, o que explica  o motivo do PS3 ter sido eleito o melhor videogame.

Como você pode ver no ranking, o Xbox 360 está em 3o lugar, seguido pelo PSP.  Os consoles da Nintendo lideram as últimas colocações, talvez por possuirem mais games lançados que qualquer outra plataforma. E os melhores games, quais seriam?


O PS3 figura mais uma vez no topo, com seus títulos ocupando duas  posições. De fato, apenas dois são games exclusivos para o console - Uncharted 2 e God of War Collection. - Mas apenas o exclusivo do Xbox360  Forza Motorsport 3 figura na lista também. Nenhum game do Wii está no "Top 10" do Metacritic, apenas um título do DS - Grand Theft Auto: Chinatown Wars - faz companhia para os outros cinco games do PS3 e para os quatro de Xbox360.

Observando atentamente as estatísticas e decisões do Metacritic, fica claro que o site resolveu sobrepor  qualidade sobre quantidade na elaboração do seu ranking. Parece que finalmente o sol brilha forte nos lados da Sony, não é!?

Tradução livre realizada por Love.is.a.tragedY

2009, eu já sabia: ano do PS3. :))))))

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

COLUNA DE FIM DE ANO: OS MELHORES GAMES que joguei EM 2009! II Versão Beta

PRAEMBULUM

Olá pessoal,

Como vocês puderam ver, a Tia Love.is.a.tragedY está realizando a gloriosa tarefa de falar um pouquinho sobre os melhores games que ela jogou em 2009. Continuando esse papo, a tiazona aqui antes de estabelecer a “pauta” para a continuação da coluna, refletiu um pouco sobre qual game deveria escrever. Ao longo do ano foram dez jogos que tia Love... conheceu e debulhou no PS3. E foram todos ótimos títulos, por isso a escolha não foi fácil! Mas enfim, após algumas considerações cheguei a um consenso. Querem saber qual foi o the chosen one?

"Queremos! Queremos! Queremos!"

Então venham comigo que no caminho eu conto...

Hoje falarei de um game que me foi especial em alguns aspectos: Resident Evil 5. Confesso a vocês que enquanto as notícias a respeito do game pipocavam na mídia eu não estava nem aí para ele. Sabem por quê? Por que eu nunca fui fã da franquia. Bem verdade que o motivo para isso fosse a própria concepção que rege a série: seu gênero. Eu não era fã de games survival horror.

Certo, tenho certeza que estou sendo xingada de adjetivos de baixo calão nesse instante por vocês. Mas se acalmem!!! Continuem lendo, e deixem eu me explicar...

Através de um amigo, emprestei temporariamente RE 5. Sem dar crédito algum ao game. Esse meu amigo é um gamer que curte basicamente a tríade PES-FIFA-afins. Entretanto, já faz algum tempo que ele estabeleceu a idéia fixa na cabeça de curtir FPS. Num domingo qualquer (just a day in life...) fui visitá-lo. Eu e o namorado. E lá estava ele na sala de sua casa, jogando FIFA “não sei qual versão” (argh...). Comemos, jogamos umas partidas de Virtua Tennis. Então, a pergunta:

“-C*****, você tem algum jogo de tiro? Nossa, vi dia desses no youtube um tal de Call...não sei o resto.. achei muito massa!”

Abri um sorriso um tanto amarelo. “Call of Duty?” – falei. “Sim, eu curto! Tenho o 4 e o 5.” Já estava começando a me arrepender de ter dito que tinha esses games, pois me “toquei” que fatalmente ele pediria emprestado, e o que eu poderia conseguir com ele... um PES? Um FIFA? Pois é. Qualquer um desses games ficaria encostado num canto do quarto. Bom, meu amigo M***** pelo menos tinha o Virtua Tennis que é divertido...

Foi quando ele disse: “Ah, você tem!? Eu tô começando a curtir esses jogos de tiro! Eu li umas coisas na net e comprei uns games “variados” pra saber que tipos de jogos eu poderia gostar além dos de esportes! Descobri que curto os de tiro! Você quer ver eles? A maioria eu não gostei, mas tem um até legal. Pena que não é de guerra...”

Naquele instante eu pensei: “oba, o negócio pode ser melhor do que eu imaginava.” Respondi que sim, eu queria ver os games que ele tinha. Meu amigo me trouxe uma caixinha. Os games eram Metal Gear Solid 4, Devil May Cry 4, Resident Evil 5.

“Hum, interessante. E qual você gostou desses? Metal Gear é de guerra, não gostou dele?” – falei para ele. Meu amigo me respondeu que MGS 4 era cheio de nhênhênhê, e ele não conseguia entender muita coisa de inglês. E não tinha paciência pra assistir os vídeos do game.

“-Eu achei legal Resident Evil” – ele disse.

Eu não gostava na época de MGS e mais ainda de RE, e sou fã do Dante! Pensei logo em emprestar DMC 4. Foi então que meu amigo colocou o BD do RE no vídeo game dizendo que ia me mostrar RE 5 pra eu ver como era legal.

Após uma breve jogatina, me decidi. Eu emprestaria Resident Evil 5 em troca de Call of Duty 4 – Modern Warfare. Levaria o game para casa e ele passaria comigo durante a semana para pegar o outro...


Quer ler o Review de Resident Evil 5? Acesse o LevelGamer no link para o post!

1 Bilhão de gamers: EA disse.

Em entrevista à rede televisiva norte-americana PBS, John Riccitiello, CEO da Electronic Arts, falou sobre a atual magnitude da indústria mundial de games. "Há pelo menos um bilhão de pessoas jogando algo hoje," disse.

Segundo o executivo, "com o advento de um novo terreno de expansão para as mídias digitais, vimos quantidades torrenciais de novos consumidores entrando no mercado. Se somarmos pessoas que jogam algo em seus celulares, outras que se divertem em jogos de redes sociais, ou até mesmo os que usam computadores na Ásia, o número de jogadores obtidos é enorme. Em um curto espaço de tempo, obtivemos uma audiência cinco vezes maior que a que tínhamos antes."

Riccitiello ainda disse que a EA já foi responsável por hospedar mais de um bilhão de partidas online pelo mundo.
 

Não tenho dúvida! Agora só faltou o Ricctiello lembra que a BigN contribuiu muito para o crescimento do mercado com o Wii. Soberba, soberba...tsc tsc tsc...
 

MEGA MAN X!!! OMFG! *___*!

A última edição da publicação mensal norte-americana Nintendo Power trouxe a revelação de Mega Man 10, sequência para o jogo de WiiWare, PlayStation Network e Xbox Live Arcade lançado em 2008 no mesmo estilo das versões de NES da série. O jogo seguirá o estilo gráfico e de jogabilidade de 9 - e apesar dele só ter sido confirmado para WiiWare até o momento, também deverá aparecer nas outras plataformas virtuais.


[...]



É como eu disse: o mercado de games retrô via distribuição digital é um grande filão.  Estou animada com a série Mega Man viver absoluta dessa maneira... afinal, dá pra imaginar um "Mega Man HD FPS em 3D?"

Run to the Hills:Final Fantasy XIII não recebe PS na Famitsu!

Bom dia pessoal,

Realmente é o Ragnarok chegando em 2012. Todos os sinais estão surgindo: o aquecimento global, corrupção assolando o DF, cães e gatos convivendo juntos harmoniosamente... e FF XIII não recebendo Perfect Score na Famitsu.

O mais tenebroso nisso tudo é que temos uma série de PS esse ano, o que é muito esquisito, se levarmos em consideração o histórico da conceituada (!?) revista. E lembrando que Bayonetta foi "agraciada" com o sonhado 40/40. 

Tia Love.is.a.tragedY não mente, então vejam:


O_o

A fonte? Gamefront

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

COLUNA DE FIM DE ANO: OS MELHORES GAMES que joguei EM 2009! Versão Beta

PRAEMBULUM

Oi pessoal, 

Tudo bom com vocês? Comigo está tudo ótimo! O fim de ano está chegando, e muita coisa aconteceu com a Tia Love.is.a.tragedY. Fora as vicissitudes que sempre me assolam, claro... muitos games me ajudaram e me tornar uma garota um pouquinho mais feliz no ano de 2009. Apesar disso, se vocês que acompanham o meu blog forem leitores atentos, devem ter percebido que a tiazona aqui nunca havia elaborado (até agora)  nenhum review sobre games. Sabem por quê? Eu vou explicaaaar...

Eu não me sinto à vontade para isso. Acho que é muita responsabilidade falar de um game de forma puramente informativa e imparcial. Esse é um ponto. Outro ponto é,... que eu não tenho acesso  fácil (a.k.a R$ ) a lançamentos. E por último: time is gold. O entusiasmo pelos games é sempre enorme, mas o tempo para eles é muuuuitooo limitado!


Coloquem isso em consideração juntamente com todas as plataformas que tenho disponível para jogar. Wii/PS3/Xbox360/PS2. Bom, cito apenas essas porque ainda encontramos games novos saindo para elas. Os outros consoles já sepultados pela indústria (Xbox, GC, PS) nem caberiam no escopo dos argumentos, mas eles existem e não duvidem que ainda gostaria de jogar muitos jogos deles que deixei passar em branco.


Entretanto, sinto que tenho que me libertar! A idéia veio de um colega de boteco, o  Marcello (tudo aconteceee no boteco, vocês já devem ter percebido isso! Rs! ). "Por que não faz uma lista sobre os grandes games de 2009, C******?" A pergunta dele me martelou a cabeça por algum tempo. Após ter pensado, pensado sobre o "subject," cheguei a conclusão: seria injusta comigo mesma e com meus leitores se eu fosse falar aqui de games que na verdade não joguei! Ora, nem todos os grandes games de 2009 foram por mim debulhados!


O que resolvi? Escolhi a melhor das hipóteses! Falarei dos melhores games que EU joguei em 2009!  O que acharam!??!?!

Digam que adoraraaaaaaammmm!!! Rs!

Antes de continuar uma notícia: essa coluna estará inerligada com outros 2 blogs que participo - o Boteco Games (que o Pedro prometeu que vai revitalizar) e o LevelGamer. Então, daqui a domingo próximo estarei postando novidades nesses dois outros blogs, e se quiserem saber sobre outros reviews dos melhores games que a tiazona aqui andou jogando nesse ano de 2009 entre outras tranqueiras, acessem:




Vamos lá!? Vamos vamos vamos!



Então, falarei um pouco hoje do supremo Muramasa: The Demon Blade. Supremo, sim. Ora, quando soube que a Vanillaware estava produzindo um game para o Wii categorizei logo: state of the art. Cada informação subsequente, cada screenshot eram apenas peças do que foi a confirmação de minha predição após debulhar o game...

O que faz de Murasamasa uma obra prima por excelência? Eu diria seguramente que um conjunto de fatores tão bem justapostos aliado à característica mais peculiar do game, que é se firmar num gênero pouco comum nos dias "HD" de hoje: o 2D. O game é representante da nobreza do gênero "hack'n'slash plataforma". Mas se engane se quiser achar que por isso ele é defasado e eu estou hypeando-o. Visualmente você encontrará os mais finos traços de nanquim permeando todo e qualquer detalhe visual. Os cenários são incrivelmente criativos e BELOS. As cores, vibrantes sem ser aberrantes. Nada de assombroso em se tratando da equipe de Direção de Arte  da Vanillaware. Afinal,  os cult Odin Sphere e Grim Grimmoire tem em seu DNA as mesmas características artísticas oriundas do studio japonês.




Então, não se espante consigo mesmo se durante uma jogatina de Muramasa você não parar de jogar para ficar admirando os campos de arroz tremulantes ao vento, ou o pôr do sol que de cores tão intensas chega a transparecer em você uma "sensação térmica". São tantos detalhes, que para cada cenário, poderia se classificar por sinestesia afetos diferentes impressos na mente de quem experimenta o game.

Tal impacto se condensa com a grandiosa narrativa de Muramasa, onde o gamer é inserido em um Japão mitológico povoado por seres fantásticos e espadachins. Duas histórias. Kisuke e Momohime. Ambos envolvidos em dilemas existencias. Kisuke perdeu sua memória e com ele se foi todo o seu passado de exímio espadachim. Momohime por sua vez, por alguma razão obscura é tomada como "mula" pelo espírito de um sanguinário guerreiro. Suas histórias se iniciam em contextos distantes mas que conforme o avançar do game acabam se interrelacionando. Cabe apenas ao gamer a escolha de qual personagem o levará a desbravar o imenso mapa que abarca a ação do game. Sim, Muramasa possui ação. E muita. Apesar de incorporar elementos do gênero RPG (ora, acumula-se EXP, coleciona-se itens variados, combina-se os mesmos para criar outros, num sistema interessante de "cooking") o  "miolo' do game é ação.




O game disponibiliza pouco mais de uma centena de espadas (cada uma detendo um poder especial diferente)  para as personagens.  Você esfacelará os inimigos alucinadamente, porque como um exímio espadachim japonês, a mecânica do game te proporciona uma resposta rápida e intuitiva.  Golpes dos mais variados, de cima para baixo, de baixo para cima. Você plana sobre os ares lentamente desferindo golpes, mas também pode atravessar a tela como um raio retalhando seus inimigos com apenas algumas combinações  entre Wiimote e Nuchuck. E aí reside um dos (poucos) defeitos do games: os comandos para todas as espadas são absolutamente os mesmos.




Toda essa simplicidade sacrificou uma mecânica que poderia ser mais elaborada e desafiadora para o gamer. Mas ok, estamos falando do Wii e seus milhões de jogadores casuais. Certamente a Vanillaware não se esqueceu deles enquanto produzia o game... apesar de Muramasa possuir dois modos de dificuldade, isso não significa que o game em si é coisa boba de se finalizar (eu nunca jogo um game no modo "easy".) Afinal estamos falando de um game que tem uma identidade puramente japonesa. Em Muramasa tal opção não existe. Ou você joga no modo " Musou" (modo mais "light"...) ou no modo  "Shura" (modo" hard"). Minha experiência com o game desde o primeiro contato está sendo no Shura. Já estou na campanha de Kisuke...e posso dizer seguramente: o game não é fácil (e ainda não tentei o modo extra que foi destravado após o fim do game com Momohime...o Shigurui. Creio que seja algo equivalente ao "very hard").




Se "apenas" o visual embasbacante e a ação frenética não são suficientes para chamar a sua atenção, certamente os mesmos unidos à sonorização do game completam todo o seu appeal para o gamer. Tanto os diálogos quanto a trilha sonora são referências ao universo japonês. As conversas entre os personagens são desenvolvidas no idioma nipônico  (devidamente legendado em inglês) na mais fluente e solene caracterização dos personagens. As músicas são orquestradas e variadas em ritmo e instrumentação. Durante as batalhas podemos ouvir instrumentos de percussão marcando uma pulsação frenética que impulsiona o gamer a superar seus limites na composição de combos nos inimigos. As lutas contra os chefões são épicas, ambientadas por um heavy metal orquestrado. Ao longo de nossas idas e vindas no mapa do game, muitas vezes estaremos ouvindo como pano de fundo instrumentos folclóricos orientais se misturando ao som de violinos e pianos, transformando a experiência de jogar Muramasa em uma viagem quase onírica, ponteada por efeitos sonoros delicados que permeiam os cenários do game.

Enfim, jogar Muramasa-The Demon Blade da Vanillaware ultrapassa em muitos  games a experiência de um simples  hack'n' slash. É um título obrigatório para todos os donos do Wii, e uma experiência única nesses tempos tenebrosos "de mais da metade dos games HD serem FPS."

P.S. Ainda estou em busca dos outros 5 finais do game. Fator replay!? Altíssimo!

E continua...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Reflexos de um Hype: The Conduit por 12 U$...

Deu no Joystiq:


"Talvez você possa ter deixado de conferir o game da High Voltage The Conduit, pois o mesmo sofreu um hype monstruoso e quando foi lançado não foi sucesso comercial e nem de crítica. O site NewEgg está querendo acabar com seu estoque que ficou encalhado durante o ano e decidiu que as unidades de The Conduit tem que ser vendidas! Por apenas 12U$ e frete grátis (acredito que para os EUA, grifo meu...),  você pode comprar o game, e apesar de ainda não ser um grande negócio, tal barganha pode ser justificada com o argumento de que The Conduit foi uma tentativa de um FPS decente para o Wii. Ou, talvez você esteja apenas procurando uma oferta para dar de presente a um amigo...e então bingo! Você  a encontrou!"

Tradução livre realizada por Love.is.a.tragedY

Por 12 U$ está muito bom. The Conduit não é um game ruim. Mas está longe de ser ótimo. Eu diria que o maior mérito dele é a excelente customização de comandos com ótimas respostas (acredito que sejam as melhores em se tratando de FPS no Wii.) E  um multiplayer legal. Fora isso, melhor jogar CoD 5 e o MW...